quinta-feira, 9 de julho de 2026

Artigo – Escritor, Ensaísta, poeta, advogado e jornalista Rosalvo Acioli é homenageado pela Sociedade Brasileira para o Progresso da Ciência — Regional Alagoas (SBPC-AL). Roberto Ramalho é jornalista e colunista do Portal RP-Bahia.


Na noite da quarta-feira, dia 08 de julho de 2026, durante a ‘Noite da Ciência Alagoana, promovida pela SBPC Alagoas’, o escritor, poeta, advogado e jornalista Rosalvo Acioli foi homenageado na categoria Ciência, Tecnologia e Inovação.

E a homenagem a dezenas de profissionais foi justamente no Dia Nacional da Ciência e o Dia Nacional do Pesquisador Científico.

Sem dúvida, a Sociedade Brasileira para o Progresso da Ciência — Regional Alagoas (SBPC-AL) promoveu a Noite da Ciência Alagoana, um magnífico evento homenageando cientistas, pesquisadores e profissionais que contribuem para o fortalecimento da produção científica no Estado.

Foi a primeira edição conduzida pela secretária da SBPC Regional Alagoas e professora da Ufal, Rosaline Mota, e pela secretária adjunta e servidora da Ufal, Vera Pontes

De início, devido ao grande número de convidados, o evento teve um pequeno atraso. O horário previsto era para iniciar às 18h, no Centro de Inovação do Jaraguá. Contudo, o evento pode transcorrer com eficiência e eficácia.

Esse reconhecimento celebra uma trajetória de Rosalvo Acioli que teve início em Alagoas e, com suas amizades com dezenas de escritores e outros profissionais do Brasil e do exterior teve o reconhecimento da Sociedade Brasileira para o Progresso Ciência, Sucursal de Alagoas.

O prêmio e a homenagem representam o trabalho incansável de Rosalvo Acioli na área da Literatura e também da Ciência em face dos livros escritos sobre o Hospital Arthur Ramos em 2018 e sobre a cardiologia alagoana recentemente, destacando os profissionais da área da Saúde, sobretudo, dos cirurgiões cardíacos.

Parabéns a Sucursal da SBPC pelo magnífico evento realizado na noite de ontem no Centro Tecnológico e de Inovação de Alagoas que esse jornalista e blogueiro conheceu pela primeira vez.

O local é muito bom, especialmente para a realização de eventos como Congressos, Simpósios, Conferências etc.

Os amigos escritores de nível nacional e internacional de Rosalvo Acioli

Rosalvo Acioli Júnior (nascido em Maceió em 1955) é um dos poetas, ensaístas e críticos literários mais respeitados de Alagoas. A sua obra poética de estreia, Sonhos Imaginários (1984), chegou a ser indicada aos Prêmios Jabuti e Olavo Bilac.

Ao longo de mais de quatro décadas de carreira, Rosalvo Acioli construiu pontes e alicerces com importantes nomes da literatura brasileira e internacional. Entre os amigos, críticos e admiradores do seu rigor poético estão:

Lêdo Ivo: Um dos maiores poetas da "Geração de 45" e conterrâneo alagoano que acompanhou e reconheceu a obra de Rosalvo.

Ferreira Gullar: Renomado poeta e crítico brasileiro que elogiou a plasticidade e o ritmo nos versos de Rosalvo Acioli.

Olga Savary: Escritora que selecionou o poeta para a Antologia da Nova Poesia Brasileira.

João Cabral de Melo Neto: Conhecido pela sua exigência estética, também figura entre os autores que dialogaram com a produção literária do alagoano.

Luciana Stegagno Picchio: Importante crítica literária internacional que mapeou a poesia de Rosalvo Acioli.

Atualmente, o escritor continua ativo no cenário literário, sendo editor da revista Página Aberta, espaço por onde circulam textos de diversos escritores brasileiros e estrangeiros.

Quem é Rosalvo Acioli de acordo com a Enciclopédia Wikipedia. CategoriaNaturais de Maceió

Rosalvo Acioli Cavalcanti Júnior (Maceió, 15 de junho 1955) é jornalistapoetacrítico literário e editor brasileiro.[1]

Biografia

Estreou na literatura em 1984 com Sonhos Imaginários (Poesia)[2], livro recomendado para publicação por Luciana Stegagno Picchio e prefaciado por Lêdo Ivo. A obra recebeu o Prêmio Gustavo Paiva de Melhor Livro de Poesia em 1985, promovido pela Academia Alagoana de Letras (AAL), e foi indicada ao Prêmio Jabuti de Literatura na categoria de Melhor Livro de Poesia em 1985, promovido pela Câmara Brasileira do Livro (CBL), e ao Prêmio Olavo Bilac de Melhor Livro de Poesia em 1986, promovido pela Academia Brasileira de Letras (ABL).

Publicou Maceió (Poesia) em 1987 e co-organizou o livro Jornal de Alagoas – 80 Anos em 1988.

Integrou a Antologia da Nova Poesia Brasileira, organizada e selecionada por Olga Savary, publicada em 1992 pela Fundação Rio/Rio Arte, Prefeitura da Cidade do Rio de Janeiro.[3]

Fundou e edita desde 2010 a revista Página Aberta, que publica textos inéditos de escritores brasileiros e estrangeiros.[4]

Organiza desde 2011, através da revista Página Aberta, o Fórum Literário Internacional em Maceió, Alagoas, Brasil. A primeira edição do fórum teve a participação dos escritores brasileiros Antonio Carlos SecchinJosé CastelloOlga Savary e Pedro Maciel e dos escritores estrangeiros Andrea Ragusa (Itália) e Liliana Heer (Argentina).[5]

A segunda edição do fórum, realizada em 2013, teve a participação dos escritores brasileiros Gilberto Mendonça TelesAntônio Miranda e Gilberto Araújo e dos escritores estrangeiros Catherine Dumas (França) e Rumen Stoyanov (Bulgária).[6]

Publicou, em 2012, o livro de ensaios e de crítica literária Tempo de Memória.[7][8]

Em 2014, publicou o livro Inventário de cinzas (Poesia)[9][10][11]

Também em 2014, publicou em SófiaBulgária, o livro Árvores tristes (Poesia), um conjunto de poemas com seleção, tradução e prefácio do poeta, filólogo e doutor Rumen Stoyanov, professor das disciplinas Civilização e Literatura brasileira e lusófona, tradução narrativa do espanhol e do português e de estudos Latino Americanos na Universidade de Sófia.[12]

Bibliografia

Poesia

·         Sonhos Imaginários, Global Editora, São Paulo: 1984.

·         Maceió, Editora Senha, Maceió: 1987.

·         Inventário de cinzas, Editora Íbis Libris, Rio de Janeiro: 2014.

·         Árvores tristes (Тъжни Дървета) – Edição bilíngue – Seleção, tradução e prefácio de Rumen Stoyanov. Editora Ogledalo, Sófia, Bulgária: 2014.

Ensaio

·         Tempo de Memória, Imprensa Oficial Graciliano Ramos, Maceió: 2012.

Coletânea

·         Coletânea de Poetas Novos, Departamento de Assuntos Culturais da Secretaria de Educação e Cultura de Alagoas (SENEC)/Departamento de Assuntos Culturais do Ministério da Cultura (MEC), Igasa, Maceió, Alagoas: 1978.

·         Orquídea, Lenda & Vida, de Luiz de Araújo Pereira, Sergasa, Maceió: 1989.

Antologias

·         Antologia – 32 Poetas Inéditos, Plaquete mimeografada, Maceió, Alagoas:1985.

·         Antologia da Nova Poesia Brasileira, Fundação Rio / Rio Arte, Prefeitura da Cidade do Rio de Janeiro, Editora Hipocampo, Rio de Janeiro: 1992.

Sobre o autor

·         CARVALHO, Anete. Presença de Rosalvo Acioli na Literatura, Imprensa Oficial Graciliano Ramos, Maceió: 2012.

Referências

1.           «Open Library – Sonhos Imaginários» (em inglês)

2.           SAVARY, Olga. Antologia da Nova Poesia Brasileira. Rio de Janeiro - RJ: Editora Hipocampo, 1992.

3.            Escritores brasileños e hispanoparlantes reunidos en Página Aberta - em: Letralia - La Revista de los escritores hispanoamericanos en Internet

4.           Divulgação do Fórum Literário Internacional no site Triplo V

5.           Divulgação da segunda edição do Fórum Literário Internacional, associado da Sexta Bienal Internacional do Livro de Alagoas

6.           Gazetaweb: Rosalvo Acioli lança livro de ensaios, artigos e críticas

7.           Gazetaweb: Artigo sobre o livro Tempo de Memória

8.           Site Substantivo Plural

9.           Site Alagoas Boreal

10.       Artigo sobre o livro Inventário de cinzas

11.       Instituto Camões de Sófia


sábado, 4 de julho de 2026

Artigo – A confirmação pela pesquisa AtlasIntel-Bloomberg dos líderes políticos mais rejeitados do Brasil: O presidente do Senado, Davi Alcolumbre, e o presidente da Câmara, Hugo Motta. Roberto Ramalho é jornalista.

Eles lideram percepção de imagem negativa no país. O Instituto entrevistou 4.999 eleitores pela internet entre 26 e 30 de junho

O mais recente levantamento Latam Pulse, conduzido pelo AtlasIntel e pela Bloomberg, aponta que o presidente do Senado, Davi Alcolumbre (União-AP), tem a pior imagem entre os líderes políticos do Brasil, seguido pelo presidente da Câmara dos Deputados, Hugo Motta (Republicanos-PB), e pelo deputado federal Aécio Neves (PSDB-MG). 

Mesmo com apelos do governo, ‘pautas-bomba’ são aprovadas no Senado. De acordo com a Agência Brasil, em junho desse ano - embora o governo tenha feito diversos apelos -, o presidente do Senado, Davi Alcolumbre, colocou assim mesmo em votação várias das chamadas ‘pautas-bomba’.

As ‘pautas-bomba’ sob a presidência do senador Davi Alcolumbre (União-AP) representam uma grande fonte de tensão fiscal. O avanço de projetos com alto impacto financeiro, aprovados ou pautados no Senado, ameaça as contas públicas e dificulta o cumprimento das metas fiscais do governo federal.

Entre os principais projetos que geram embates entre o Planalto e a presidência do Senado destacam-se:

Renegociação de Dívidas Rurais: O projeto aprovado pelos senadores, ampliado para além do que o Executivo considerava prioritário, tem impacto estimado pelo Ministério da Fazenda em R$ 140 bilhões ao longo de 10 anos.

PEC dos Agentes de Saúde e FPM: A tramitação de uma Proposta de Emenda à Constituição (PEC) que concede aposentadoria integral a agentes de saúde e outra que amplia recursos do Fundo de Participação dos Municípios somam dezenas de bilhões de reais em despesas potenciais.

Pisos Salariais: Outros projetos que avançam na Casa, como o novo piso salarial para médicos, podem gerar um custo adicional estimado em R$ 47 bilhões para os entes federativos.

Enquanto a equipe econômica tenta frear o aumento da dívida pública e negocia o adiamento de votações, Alcolumbre sustenta que não cabe a ele barrar matérias que possuem amplo apoio da maioria dos congressistas.

O acompanhamento completo da tramitação e dos impactos dessas matérias no orçamento pode ser monitorado diretamente no Portal de Atividade Legislativa do Senado Federal.

De acordo com o levantamento, 90% dos eleitores têm uma imagem negativa de Alcolumbre. Nos casos de Motta e Aécio, o índice é de 88%.  O instituto entrevistou 4.999 eleitores pela internet entre 26 e 30 de junho. A margem de erro é de um ponto percentual, com um nível de confiança de 95%. O registro no Tribunal Superior Eleitoral é BR-04582/2026.

O levantamento também incluiu o presidente Lula (PT), que embora venha fazendo um bom governo com dezenas de programas sociais e diversas inaugurações de pontes, estradas e novas Universidades e Centros Tecnológicos, o resultado mostra que tem o mais alto índice de imagem de imagem negativa em torno de 54% e positiva, em 46%. O segundo colocado é o vice-presidente Geraldo Alckmin (PSB), com 45% e 50%, respectivamente.

O povo realmente vem adotando uma postura muito conservadora nas respostas ou não tem tomado conhecimento da realização de obras realizadas pelo governo Lula e investimentos nas áreas de Ciência, Tecnologia e Agricultura, além da implantação de novos medicamentos pela Farmácia Popular, vacinas por meio do Sistema Único de Saúde e a transposição do Rio São Francisco na sua última etapa, ao responder ao Instituto de Pesquisa.

Na sua grande maioria trata-se de uma população que nem estuda e nem trabalha e que toma conhecimento de notícias falsas pelas redes sociais. Também grande parte são analfabetos funcionais e sequer sabem interpretar um simples texto de português, história, geografia, ciência etc.

Referências:

ATLASINTEL E BLOOMBERG

AGÊNCIA BRASIL

domingo, 14 de junho de 2026

Artigo – O merecido título de Doutor Honoris Causa ao padre Júlio Lancellotti, um verdadeiro cristão, defensor dos pobres, dos humildes e dos marginalizados. Roberto Ramalho é jornalista e colunista do Portal RP-Bahia

Padre Júlio Lancellotti recebendo o título de Doutor Honoris Causa da UFJF

A UFJF concedeu ao padre Júlio Lancellotti o título de Doutor Honoris Causa, a mais alta honraria da instituição.

Reconhecido nacionalmente pela defesa da população em situação de rua e pelo combate à fome, Padre Lancellotti foi homenageado em cerimônia no Cine-Theatro Central, na quarta-feira, dia 10 desse mês e ano.

A proposta foi apresentada pela Faculdade de Serviço Social e aprovada por unanimidade pelo Conselho Superior (Consu) da UFJF, em reconhecimento às mais de quatro décadas de dedicação de padre Júlio aos direitos humanos e à justiça social.

O Padre Júlio Lancellotti é uma das maiores referências do Brasil na luta pelos direitos humanos e na defesa das pessoas em situação de vulnerabilidade. Como pároco na cidade de São Paulo, ele dedica sua vida a amparar os marginalizados, enfrentando diariamente o preconceito e a pobreza. Pedagogo, o religioso foi um dos fundadores da Pastoral da Criança e um dos formuladores do Estatuto da Criança e do Adolescente.

Antes da cerimônia na noite da quarta-feira, 10, quando iria receber o título de doutor honoris causa pela UFJF, o padre Júlio Lancelotti se reuniu à tarde com a reitora Girlene Alves e integrantes da Administração Superior da instituição. O religioso também concedeu entrevista à imprensa.

A cerimônia começou às 19h, no Cine-Theatro Central, com entrada ao público em geral.  Em sua fala à imprensa, Padre Lancelotti destacou a questão climática, relembrou as tragédias vividas por Juiz de Fora e chamou a atenção para os possíveis impactos do fenômeno El Niño no país.

Ao falar sobre os desafios da crise climática e social, enfatizou que a sociedade não deve buscar respostas apenas para a geração atual.

Afirmou ele: “Nós sofremos as consequências das gerações anteriores e deixaremos consequências para outras gerações. Nossa ação deve ser de resistência, resiliência e de uma transformação histórica. Mesmo que nós não vejamos as respostas, não deixaremos de lutar”.

E concluiu: “Todo nosso conhecimento esmorece diante da sede”, frisou. O religioso também enfatizou a importância da criação de espaços de acolhimento para a população em situação de rua. Ao comentar políticas públicas, defendeu estratégias mais diversas para atender a diferentes necessidades.

“Às vezes a política pública dá só uma resposta para todos. Precisamos diversificar essas políticas segundo a necessidade das pessoas”, destacou.

Padre Júlio também comentou sobre a homenagem recebida, classificando o momento como de “muita gratidão e surpresa” diante da responsabilidade, que considera grande.

Seu trabalho social e de evangelização destaca-se por ações concretas e posturas firmes:

Amparo aos Marginalizados: É o principal rosto da Pastoral do Povo de Rua de São Paulo, onde atua distribuindo alimentos, kits de higiene e prestando assistência direta a quem mais precisa.

Enfrentamento à Aporofobia: Ficou nacionalmente conhecido por denunciar e combater a "arquitetura hostil" — estruturas instaladas nos espaços públicos com o objetivo de afastar moradores de rua.

Legado Institucional: Sua luta inspirou a criação da Lei Padre Júlio Lancellotti (Lei Federal 14.489/2022), que proíbe o emprego de materiais, estruturas e técnicas que dificultem ou impeçam o acesso e a permanência da população de rua nos espaços públicos.

Defesa da Infância e Direitos: O religioso também foi um dos fundadores da Pastoral da Criança e ajudou a formular o Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA).

Para conhecer mais sobre a sua trajetória e os princípios humanitários que norteiam o seu sacerdócio, você pode ler o perfil detalhado publicado pela Agência PUC-SP. 

sábado, 13 de junho de 2026

Em jogo equilibrado, Brasil empata com Marrocos em 1 a 1 na estreia de seu grupo. Próxima partida será na sexta-feira, às 21h30, contra o Haiti. Roberto Cavalcanti é jornalista

Vini Jr, autor do gol de empate

Brasil empatou com o Marrocos na partida de estreia pela Copa doMundo da Fifa realizado nos Estados Unidos.

O confronto abriu o Grupo C do Mundial e foi disputado no Estádio MetLife, em Nova York/Nova Jersey, diante de um público de 80.663 torcedores. O gol marroquino aconteceu aos 20 minutos do primeiro tempo após um erro de marcação da seleção brasileira. Brahim Díaz deu um belo passe em profundidade para Ismael Saibari, que encobriu o goleiro Alisson para abrir o placar.

A reação veio com aos 31 minutos da etapa inicial, quando Vinícius Júnior fez uma jogada individual pela ponta esquerda, cortou para o meio e acertou um chute forte no ângulo do goleiro Yassine Bounou. O chute teve uma velocidade de 113 km.

No intervalo, o técnico Carlo Ancelotti mexeu na equipe sacando Casemiro e Ibañez em face de ambos terem recebido cartão amarelo para as entradas de Fabinho e Danilo.

Na metade do segundo tempo, acionou Luiz Henrique e Matheus Cunha, mas o placar não se alterou.

As estatísticas finais do jogo indicam que o Brasil teve 51% de posse de bola contra 49% do Marrocos, em um confronto de muito equilíbrio tático. Com o resultado, as duas seleções somam 1 ponto na tabela de classificação da chave.

O próximo Compromisso da Seleção Brasileira será na próxima sexta-feira, 19 de junho, às 21h30 (horário de Brasília), quando enfrentará o Haiti no Lincoln Financial Field, na Filadélfia.

Resumo do jogo

A seleção brasileira sofreu com a intensidade marroquina na etapa inicial e encontrou dificuldades para criar no segundo tempo. A equipe de Carlo Ancelotti evitou a derrota, mas saiu de campo com a sensação de que poderia ter produzido mais e o primeiro tempo da estreia do selecionado brasileiro na Copa do Mundo esteve longe de ser tranquilo.  Escalado com Lucas Paquetá pela direita, Vini Jr pela esquerda e a dupla Igor Thiago e Raphinha centralizada, o Brasil sofreu nos minutos iniciais diante de um Marrocos mais intenso e organizado. Os africanos dominaram os dez primeiros minutos, com duas finalizações, uma para fora e outra bloqueada pela defesa brasileira. A primeira boa chegada da equipe de Carlo Ancelotti veio em jogada individual de Vini Jr, que venceu a marcação pela esquerda e cruzou para Igor Thiago, mas o atacante não conseguiu cabecear em direção ao gol. A superioridade marroquina foi premiada aos 21 minutos. Em um lançamento em profundidade, Gabriel Magalhães falhou na tentativa de interceptação e deixou Saibari livre para sair cara a cara e encobrir Alisson para abrir o placar para o Marrocos. Do outro lado, Paquetá fazia um primeiro tempo abaixo do esperado, acumulando erros nas saídas de bola e dificultando a construção ofensiva brasileira.

Mesmo sem grande atuação coletiva, o Brasil encontrou o empate aos 32 minutos. Bruno Guimarães deu um belo passe para Vini Jr, que dominou, cortou o defensor e bateu colocado para fazer 1 a 1. Já nos acréscimos, Paquetá pareceu despertar na partida ao iniciar uma boa jogada pela esquerda. O meia encontrou Douglas Santos, que cruzou para a área, e o jogador do Flamengo tentou um voleio para virar o placar, mas parou na defesa de Bono. O empate acabou sendo o retrato de um primeiro tempo equilibrado após um início de amplo domínio marroquino.

Depois de um primeiro tempo movimentado, a partida perdeu intensidade no segundo tempo do jogo. O Marrocos já não conseguia repetir a pressão dos minutos iniciais e dava sinais claros de desgaste físico, enquanto o Brasil mantinha mais a posse de bola, mas encontrava enormes dificuldades para transformar o domínio territorial em chances reais de gol. Logo na volta do intervalo, Carlo Ancelotti promoveu duas mudanças por precaução: Casemiro e Ibañez, ambos amarelados, e  deram lugar a Fabinho e Danilo. Aos 16 minutos, o treinador voltou a mexer na equipe, sacando Lucas Paquetá e Igor Thiago para as entradas de Matheus Cunha e Luiz Henrique. Mesmo com as alterações, a Seleção brasileira seguiu esbarrando na forte marcação do time marroquino. Raphinha, discreto durante os 90 minutos, pouco conseguiu produzir ofensivamente sendo uma decepção.

FICHA TÉCNICA DE BRASIL 1 X 1 MARROCOS

Copa do Mundo 2026 - Grupo C

Data e hora: sábado, 13 de junho de 2026, às 19h (de Brasília)

Local: Estádio MetLife Stadium, em Nova Jersey (EUA)

Público: 80.663 presentes

Gols: Saibari (21'/1ºT) e Vini Jr (32'/1ºT);

Cartões amarelos: Casemiro e Ibañez (BRA);

BRASIL (Técnico: Carlo Ancelotti). Time - Alisson; Ibañez (Danilo), Marquinhos, Gabriel Magalhães e Douglas Santos; Casemiro (Fabinho), Bruno Guimarães (Danilo Santos) e Lucas Paquetá (Luiz Henrique); Raphinha, Vini Jr e Igor Thiago (Matheus Cunha).

MARROCOS (Técnico: Mohamed Ouahbi). Time - Yassine Bounou; Achraf Hakimi, Chadi Riad, Issa Diop e Noussair Mazraoui (Salah Eddine); Ayyoub Bouaddi, Neil El Aynaoui e Azzedine Ounahi (El Mourabet); Brahim Díaz (Talbi), Ismael Saibari (Rahimi) e Bilal El Khannouss (Amaimouni).

Árbitro: Slavko Vinčić (SLO)

Assistentes: Tomaž Klančnik (SLO) e Andraž Kovačič (SLO)

quinta-feira, 28 de maio de 2026

Artigo - O pedido do candidato a presidência da República, o miliciano-fascista, Flávio Bolsonaro, ao presidente dos EUA, Donald Trump, e Marco Rubio, Secretário do Departamento de Defesa dos EUA, para considerar as facções como organizações terroristas. Roberto Ramalho é advogado, colunista do Portal RP-Bahia e jornalista

1. Introdução

Com a interferência do candidato miliciano-fascista e de extrema-direita, Flávio Bolsonaro, o governo dos Estados Unidos classificou oficialmente o PCC e o Comando Vermelho como organizações terroristas estrangeiras. A medida ocorreu após uma reunião entre o senador e miliciano-fascista, e candidato da extrema-direita, Flávio Bolsonaro ao presidente norte-americano Donald Trump, quando o parlamentar entregou um pedido formal pela designação dos grupos. A articulação gerou debates intensos e uma série de análises sobre segurança pública e relações internacionais.

Flávio Bolsonaro (PL) comemorou, nesta 5ª feira – 28 de maio de 2026 -, que os Estados Unidos vão classificar PCC (Primeiro Comando da Capital) e CV (Comando Vermelho) como “ Artigo - O pedido do miliciano-fascista Flávio Bolsonaro a Donald Trump e ao Departamento de Justiça dos EUA para considerar as facções como organizações terroristas. Roberto Ramalho é advogado, colunista do Portal RP-Bahia e jornalista

1. Introdução

Com a interferência do candidato miliciano-fascista e de extrema-direita, Flávio Bolsonaro, o  terroristas”. A medida foi anunciada um dia após encontro do senador com o secretário de Estado dos EUA, Marco Rubio, descendente de cubanos e um dos maiores violadores dos ‘Direitos Humanos’ e fascista.

Marco Rubio é um dos maiores incentivadores de uma provável e possível invasão à CUBA, que sofre há décadas de um boicote dos EUA, o que com que o país não consiga importar o basicamente necessário para a população da ilha.

Em post no X, Flávio Bolsonaro escreveu “grande dia” em resposta à postagem de anúncio de Marco Rubio. Afirmou o candidato da extrema-direita, Flávio Bolsonaro quando esteve com Donald Trump aos jornalistas após a reunião: “Eu fui exatamente fazer esse pedido expresso a ele para que ele declare PCC e CV como organizações ‘terroristas’, que são o que elas são”.

Meios de Comunicação dos Estados Unidos destacaram possíveis impactos políticos, econômicos e diplomáticos da decisão. Além disso, a imprensa dos EUA também noticiou o temor do governo brasileiro de que a medida abra espaço para sanções e questionamentos sobre soberania.

O Portal de notícias da Globo, g1, fez referência as declarações de algumas Agências Internacionais de notícias sobre o assunto. Entre elas a Associated Press 

A agência Associated Press destacou que a classificação do PCC e do Comando Vermelho como organizações terroristas ocorre às vésperas da disputa presidencial brasileira. A reportagem também relembrou críticas de Lula à medida, vista pelo presidente como interferência externa.

Afirmou a Associated Press num trecho da sua matéria: "Lula, que busca a reeleição e tenta reforçar suas credenciais no combate ao crime, se opôs abertamente à classificação de criminosos como terroristas, enquanto apoiadores de Bolsonaro no Congresso instaram publicamente Trump a adotar medidas mais enérgicas contra as gangues". A reportagem também afirma que a segurança pública deve ganhar peso na eleição presidencial. Segundo a AP, especialistas avaliam que nem Jair Bolsonaro nem Lula tiveram grande sucesso no combate aos dois grupos criminosos.

O canal de notícias de direita, Newsmax, afirmou que as facções brasileiras receberão duas classificações diferentes dos EUA: Organizações Terroristas Estrangeiras e Terroristas Globais Especialmente Designados.

De acordo com a NewsmaxRubio afirmou que as gangues eram duas das 'organizações criminosas mais violentas do Brasil' e que sua influência e redes se estendiam por toda a região e até os Estados Unidos. A reportagem também declarou que o governo Lula tentou evitar a classificação do PCC e do CV como organizações terroristas estrangeiras por temer possíveis consequências econômicas e militares.

Já a agência Bloomberg destacou que a decisão dos EUA deve reacender tensões entre Donald Trump e o presidente Lula, além de ampliar o peso do debate sobre segurança pública na eleição brasileira.

Segundo a Agência de Notícias Bloomberg, o governo brasileiro considera a designação como uma medida que poderia abrir caminho para os EUA justificarem uma ação militar em seu território, especialmente em meio aos frequentes ataques aéreos contra supostos narcotraficantes no Caribe, afirmando que a medida pode gerar incertezas no sistema financeiro do país, enquanto bancos e empresas tentam entender os impactos práticos da classificação das facções como organizações terroristas.

2. Veja os detalhes do cenário, impactos e onde encontrar os estudos sobre o tema. O Impacto da Classificação

A designação das facções como terroristas globais permite o uso de sanções rigorosas pelos EUA, incluindo os seguintes, a saber:

Bloqueio financeiro: Congelamento imediato de ativos e contas ligadas a indivíduos ou empresas associadas.

Controle de transações: Proibição do fornecimento de qualquer apoio material, logístico ou financeiro.

Impacto geopolítico: Possibilidade de intervenção dos Estados Unidos no Brasil, reforçada pela maior atuação de inteligência em termos de espionagem.

3. Posicionamentos Políticos. A visão e o ponto de vista do governo Lula e da oposição fascista

3.1 - Oposição/Direita:

Apoiadores da medida afirmam que o crime organizado atingiu proporções transnacionais, utilizando o Brasil para lavagem de dinheiro, e defendem o alinhamento com a política americana de "tolerância zero".

3.2 – Resposta do Governo Federal:

O Palácio do Planalto criticou à medida, argumentando que a classificação pode ferir a soberania nacional e servir de pretexto para intervenções militares ou sanções econômicas ao país. A posição dos EUA em considerar as facções como organizações terroristas criou um grande mal-estar no governo brasileiro.

4. Estudos e Artigos de Referência

Especialistas em direito internacional e segurança pública têm discutido amplamente o peso dessa manobra.

De acordo com reportagem da Agência Brasil - www.agenciabrasil.ebc.com.br – de 04 de novembro de 2025, os estudiosos apontam que o crime organizado que busca o lucro – como as organizações que movimentam bilhões com o tráfico de drogas – tem natureza distinta do terrorismo, que sempre tem um objetivo político por trás.

O jurista e professor do direito Walter Maierovitch enfatizou que são fenômenos distintos e que é preciso diferenciar método terrorista de terrorismo.

Afirmou o jurista Walter Maierovitch: “As pessoas não técnicas fazem confusão em distinguir terrorismo com método terrorista. Por exemplo, um vizinho, depois de desavença, joga uma bomba na casa do litigante. Isso é método terrorista e não terrorismo. No direito internacional, a distinção é feita e existe a Convenção das Nações Unidas que contempla o crime organizado”.

A Agência Brasil na mesma reportagem também entrevistou a coordenadora do núcleo de estudos de terrorismo e crime transnacional da PUC Minas Rashmi Singh que explicou que o aumento do número de grupos/indivíduos designados como terroristas pelos EUA tem legitimado ações políticas e militares norte-americanas no mundo. De acordo com a professora da PUC Minas, a discussão desse tema no Brasil revela a influência dos EUA no “seu quintal”, uma vez que estaríamos internalizando a política atual do presidente de Donald Trump, que vem sendo usada para justificar as ações militares no Caribe.

Disse a jurista sobre o assunto: “Mas a grande maioria dos países e instituições internacionais se absteve de rotular suas próprias organizações criminosas locais – como gangues britânicas ou a ‘Ndrangheta [máfia] italiana’ – como organizações terroristas. Não apenas para evitar a pressão e uma possível intervenção dos EUA, mas também devido à série de problemas que tal designação acarretaria”.

5. Diferenças entre terrorismo e facções, segundo a jurista Rashmi Singh

Ainda na reportagem da Agência Brasil, a especialista em estudos sobre terrorismo, Rashmi Singh, enfatizou que facções criminosas não podem ser equiparadas ao terrorismo, pois cada tipo de crime requer respostas específicas e adequadas.

Afirmou a especialista: “Criminosos são motivados principalmente por lucros, enquanto terroristas são, em última análise, movidos por objetivos políticos, como mudança de regime ou concessões políticas. Isso significa que grupos terroristas não usam o crime para ganhar dinheiro para seus objetivos? Claro que não. Mas o objetivo final deles é sempre político e não financeiro”.

A especialista Rashmi Singh cita, como exemplo, a remoção de lideranças de movimentos insurgentes ou terroristas, o que pode enfraquecê-los, já que esses grupos dependem de figuras carismáticas para manter a coesão do grupo.

Disse ela: “Em contrapartida, eliminar os chefes de organizações criminosas pode intensificar o derramamento de sangue, à medida que facções rivais se enfrentam para controlar mercados lucrativos e rotas de tráfico. Novamente, isso não significa que não haja sobreposições ou que, em alguns casos e lugares, não exista uma ligação entre crime e terrorismo – mas crime e terrorismo ainda são duas coisas muito diferentes”.

6. O Conceito de Terrorismo e de Facções Criminosas

No âmbito do direito internacional e na legislação brasileira (Lei 13.260/2016), existem diferenças fundamentais entre esses dois conceitos.

Terrorismo: Caracteriza-se pela prática de atos de violência com a finalidade de provocar terror social ou pânico generalizado. Geralmente, é motivado por razões ideológicas, políticas, religiosas ou xenofóbicas.

Facções Criminosas: São organizações com estrutura hierárquica focadas essencialmente no lucro e no controle territorial, e não em uma agenda ideológica. Seus principais meios de atuação são o tráfico de drogas e armas, extorsão e lavagem de dinheiro.

6. Conclusão

A designação dos Estados Unidos considerando o Comando Vermelho e o PCC como organizações terroristas globais pode levar criar um motivo para que o governo norte-americano possa invadir o Brasil quando assim quiser e desejar em qualquer época.

De acordo com o Departamento de Estado americano, as facções estão entre as organizações criminosas mais violentas do Brasil e mantêm redes ilícitas que ultrapassam as fronteiras do país.

O governo dos EUA também pretende incluir os grupos na lista de organizações terroristas estrangeiras a partir de 5 de junho.

Considero que chegou a hora e o momento do governo brasileiro se afastar dos Estados Unidos e se aproximarem cada vez mais dos países que fazem parte dos BRIC’S, sobretudo, da Rússia, da China, da Índia e os novos países que agora fazem parte da organização.

Sempre desconfiei da postura de Donald Trump e de seu governo. Infelizmente, Lula acreditou em face dos elogios do presidente dos EUA ao presidente do Brasil nos encontros recentes, principalmente o ocorrido em território americano recentemente.

Com certeza, as relações entre o Brasil e os Estados Unidos devem ‘azedar’, podendo haver um afastamento da relação do governo Lula com o governo de Donald Trump.

Referências e Fontes de Informação

Site Google.

Agência Brasil.

Portal de Notícia g1.

Associated Press.

O canal de notícias de direita, Newsmax.

Agência de Notícias Bloomberg.