Artigo – O golpe em andamento promovido pelo Grupo Globo, empresa de pesquisas eleitorais Quaest e Datafolha, Plataforma Meta, com prática de advocacia administrativa pelo presidente e vice do TSE contra a candidatura à reeleição de Lula. Roberto Ramalho é colunista do Portal RP-Bahia e jornalista.
O Grupo Globo é composto pelas empresas Globo (Globo Comunicações e Participações S.A.), Editora Globo, Sistema Globo de Rádio e Globo Ventures e mantenedor da Fundação Roberto Marinho, que forma, em parceria com instituições públicas e privadas, uma rede de cooperação em prol da educação.
No item sobre diversidade o Grupo
Globo afirma que o respeito ao outro e a construção de relações positivas são
componentes essenciais da nossa identidade. Valorizamos a diversidade e a
interdependência como condições básicas de convivência entre pessoas,
organizações e comunidades.
É o Grupo Globo o responsável pela
contratação da empresa Quaest, cujo principal acionista é o cientista político
e estatístico Felipe Nunes. A pesquisa é encomendada pela Globo
e pelo jornal O Globo, assim como também o Instituto de Pesquisas Datafolha.
As pesquisas feitas pela Quaest e
pelo Instituto Datafolha estão sendo elaboradas de uma forma e maneira que
atenda aos interesses do Grupo Globo. Estranhamente essas pesquisas apresentam
sempre os mesmos dados coletados. E o que é esquisito é que elas com certeza
devem ser realizadas nos redutos onde o candidato Flávio Bolsonaro tem
apoiadores e se situa sua bolha. Até hoje não sabemos os municípios onde elas
são feitas, quais métodos são adotados, qual é a forma de coleta – se é por
meio de entrevistas ‘In loco’ nas ruas das cidades, ou por contato telefônico. E
os dados levantados sempre são prejudiciais a candidatura do presidente Lula
que concorre à reeleição.
Não é possível aceitar quando
sempre é perguntado se o povo apoia ou não apoia o governo Lula, os números
sempre são negativos.
O contexto da Pesquisa do Instituto
Datafolha divulgado na quinta-feira, dia 08 de outubro do corrente ano, apresentando
um cenário de 2º turno em que o candidato da extrema-direita, Flávio Bolsonaro,
registra 49% das intenções de voto contra 45% de Lula – configurando um empate
técnico dentro da margem de erro de 2% para mais e de 2%, é bastante estranho.
No aspecto relacionado a rejeição o
levantamento aponta que os dois concorrentes têm um alto nível negativo. Em
relação como o eleitor ver o desempenho do governo as pesquisas realizadas, sobretudo
pela Quaest, têm como principal finalidade sempre colocar o presidente Lula com
uma rejeição maior do que a aprovação, da mesma forma como o Instituto
Datafolha.
É inconcebível o que está
acontecendo. Não existem explicações científicas nessa pesquisa. Ela sempre é realizada
de forma seletiva, com a participação de mais pessoas do seguimento evangélico
e aqueles que possuem renda acima de cinco salários mínimos é como observo como
estudiosos da Comunicação Social formado em Relações Públicas e Jornalismo.
Existe, portanto, a
possibilidade de um golpe de Estado com a participação do Grupo Globo, empresas
de pesquisas Quaest, Instituto Datafolha, com a participação do presidente e do
vice do TSE, respectivamente Kassio Nunes Marques e André Mendonça.
Tudo que o candidato Flávio
Bolsonaro solicita ao TSE em termos de barrar e bloquear denúncias feitas pela
candidatura do presidente Lula contra ele são prontamente atendidas pelos dois
ministros bolsonaristas.
O Tribunal Superior Eleitoral (TSE)
é composto por sete magistrados, sendo três do Supremo Tribunal Federal (STF) –
Nunes Marques, presidente, André Mendonça, vice-presidente e Dias Toffolli, o
terceiro membro da corte; dois do Superior Tribunal de Justiça – Ricardo Villas
Bôas Cuevas (Corregedor-Geral) e Sebastião Reis -: e dois juristas são indicados
pelo presidente da República, como os advogados Estela Aranha e Floriano
Marques.
Embora os ministros bolsonaristas
sejam a minoria, os dois principais cargos ou assentos são dos presidentes e
vice da Instituição o Golpe de Estado está em curso. Sempre os conteúdos da
campanha de Flávio Bolsonaro são turbinados por fake-news e discurso de ódio e
o órgão eleitoral demora a excluí-los das páginas das denominadas plataformas
digitais.
A Meta, assim como a Shopee e o X,
sempre estão publicando fake-news e propagando discurso de ódio da campanha de
Flávio Bolsonaro e o TSE demora em tomar uma decisão. Diante dos cortes nas
inserções da campanha do presidente Lula na Plataforma meta, cujo dono é o
judeu-sionista-fascista Mark Zukemberg, apoiador do governo criminoso de Israel
cujo primei-ministro Benjamin Netanyahu é um criminoso de guerra e genocida, já
tendo assassinado 75 mil palestinos – mulheres, velhos e crianças – na Faixa de
gaza que está totalmente destruída e a população mal se alimento em face do
Exército israelense não permitir a entrada de alimentos. TSE deu 48h para
Meta explicar suposta interferência na campanha de Lula. Decisão acontece
após campanha do presidente Lula acionar TSE buscando esclarecimentos sobre a
distribuição de conteúdos oficiais nas redes.
Faz-se necessário o TSE dar um
freio definitivo nas táticas de abuso do poder econômico e de uso indevido dos
meios de comunicação social empregadas pela extrema-direita nas redes. O Tribunal
precisa analisar os pedidos de auditoria sobre a estrutura dos gabinetes
parlamentares ligados ao bolsonarismo, avançando na responsabilização do grupo
político por tentativa de fraude e contaminação do processo eleitoral.
Embora o TSE esteja querendo agir
com rigor, em face da maioria de seus membros serem magistrados sérios,
honestos e que julgam de acordo com as legislações em vigor relacionadas as
eleições, partidos políticos, registros de candidaturas etc não se pode afirmar
o mesmo na conduta de Kassio Nunes Marques e André Mendonça.
A
candidatura de Flávio Bolsonaro partiu para a judicialização. A campanha
intensificou as ações no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) contra
publicações de Lula, da primeira-dama Janja e de aliados. Na quinta-feira, os ministros Kassio Nunes Marques e André Mendonça – bolsonaristas de
carteirinha - determinaram
a retirada de conteúdos que atribuíam a Flávio a intenção de extinguir
benefícios. Os magistrados entenderam que determinadas afirmações ultrapassavam
os limites da crítica política ao apresentar como certas consequências de um
eventual governo sem elementos concretos que as sustentassem. Os dois ministros
têm atuado para ajudar o candidato Flávio Bolsonaro praticando o que se
denomina no mundo jurídico de ‘advocacia administrativa’.
Se as novas pesquisas da Quaest e
do Instituto Datafolha apresentarem dados que apontem o candidato Flávio
Bolsonaro a frente do candidato Lula, por inconsistência nos dados
apresentados, impetrarei uma ação para que o TSE possa analisar como se dá, se
fundamenta e se processam os dados recolhidos e quem são as pessoas submetidas
aos questionários.
Concluindo o presente artigo, se as Forças Armadas do Brasil realmente quiserem que o nosso país continue independente e nossa riquezas – minerais críticos, terras raras, petróleo, commodities etc - não sejam entregues aos Estados Unidos e a quadrilha de nazifascistas formada por Donald Trump, presidente, J.D. Vance, vice-presidente, Marco Rúbio, Secretário de Estado, Pete Hegseth, ministro da Guerra entre outros. Peço e rogo que não permitam que isso aconteça num eventual governo de Flávio Bolsonaro, apesar da forte ligação que ainda existe de oficiais generais, almirantes e brigadeiros e demais membros de alta patente e oficiais de níveis menores e soldados das Forçar Armadas simpáticos ao bolsonarismo, a Jair Bolsonaro e familiares. O que lamento profundamente.
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