Artigo - O assassinato do cão orelha por quatro delinquentes de família de classe média alta em Santa Catarina. Roberto Ramalho é advogado e foi procurador do município de Maceió.
A morte por espancamento do cachorro orelha revoltou toda a sociedade, sobretudo, os defensores dos animais.
O crime foi tão brutal que depois de sofrer agressões de quatro
jovens da alta classe média de Santa Catarina, o cão ainda agonizou. Depois da
agressão, ele foi socorrido e levado a um hospital veterinário onde teve que
ser sacrificado por eutanásia devido à gravidade dos ferimentos.
Preocupado
com a repercussão, o governador de Santa Catarina, Jorginho Mello (PL),
afirmou que a polícia segue investigando o caso do cachorro Orelha, morto após
ser espancado supostamente por quatro adolescentes. Em vídeo, ele disse que a
investigação apura ainda coação e porte ilegal de arma.
Segundo
o @uolnoticias, o cachorro Orelha foi encontrado
agonizando por uma moradora após receber pauladas na cabeça. Ele vivia havia
cerca de 10 anos na Praia Brava, em Florianópolis (SC). Era alimentado e
cuidado pela comunidade. O animal foi levado ao hospital veterinário e
precisou passar por eutanásia devido à gravidade dos ferimentos.
Quatro
adolescentes são suspeitos de espancar Orelha, e um adulto teria ameaçado uma
testemunha. Alguns dos envolvidos foram alvos de mandados na manhã de hoje.
Nas redes sociais o senador Fabiano
Contarato afirmou que o assassinato do cão orelha em Florianópolis é
totalmente revoltante. Amado por toda a comunidade, ele teve a vida tirada de
forma brutal pelas mãos de ao menos quatro adolescentes – que, além de
civilidade, também precisam aprender que todo ato tem consequências.
Declarou
o senador Contarato sobre o crime: “Como
relator, lutei para aprovar a lei, em vigor desde 2020, que aumentou as penas
para maus-tratos contra cães e gatos. Também consegui aprovar no Senado meu
projeto que amplia o tempo de internação para adolescentes infratores, para que
haja responsabilização proporcional à gravidade das condutas”. E finalizou: “A
cultura da impunidade precisa ter um basta. A lei não pode ser abrigo para quem
escolhe o caminho da crueldade”.
Esses jovens são verdadeiros psicopatas juvenis, assassinos do cachorro comunitário chamado Orelha e estudam no Colégio Catarinense, um colégio de elite de Florianópolis.

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