domingo, 19 de julho de 2026

Artigo – O ataque de Thaís Herédia em seu blog de Análise do telejornal ‘ Hora H da CNN Brasil’, horário noturno, junto com o presidente da Federação das Indústrias do Estado de São Paulo, Paulo Scaf, ao governo do presidente Lula. Roberto Ramalho é jornalista

Thaís Herédia, âncora do Jornal noturno da CBN Brasil ‘Hora H’ afirmou que ainda bem que o governo Lula recuou da aplicação do Princípio da Reciprocidade que permite ao governo do Brasil retaliar o tarifaço do governo dos Estados Unidos comandado pelo presidente Donald Trump, de extrema-direita.

No mesmo sentido criticou o presidente da Federação das Indústrias do Estado, Paulo Scaf, um bolsonarista de carteirinha.

De acordo com ela, o desafio agora é saber se o governo vai trocar a retórica do enfrentamento por uma estratégia real de negociação. O governo recua e retira a palavra "retaliação" do vocabulário político sobre o tarifaço.

De acordo com a jornalista conservadora e que sempre foi simpática ao bolsonarismo, Thaís Herédia, embora hoje esteja mais crítica em relação a família Bolsonaro, em face das péssimas notícias contra o candidato da extrema-direita Flávio Nantes Bolsonaro, a reação dos empresários e os alertas sobre as consequências de retaliar os Estados Unidos fizeram durar menos de um dia a disposição do governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) de partir para o revide contra o presidente americano, Donald Trump.

Segundo a jornalista de pensamento reacionário, sobretudo, por onde trabalhou nos Meios de Comunicação de Massa, como os Jornais Folha de São Paulo, O Estado de São Paulo, O Globo, e Rede Globo e supermercado Carrefour que sempre defendeu os interesses dos maus empresários e esteve de mãos dadas com grupos econômicos poderosos e que nada contribuíram até hoje pelo engrandecimento do país. No seu blog, afirmou quer o ministro da Fazenda, Dario Durigan, que falava em ataque ao patriotismo brasileiro, defendeu, na sexta-feira (17), disse que não é hora de fazer ataques políticos eleitorais prejudicando a economia.

E continuou afirmando que “a cobrança dos setores afetados, e mesmo daqueles que respiraram aliviados com as exceções, sempre foi de mais empenho e presença do governo brasileiro na negociação. Um posicionamento que poderia, inclusive, valer como contraponto ao senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ), que não tem argumentos para desfazer os estragos causados pela relação da família com Trump”.

Ainda de acordo com a apresentadora do 'telejornal Hora H', o desafio agora é saber se o governo vai trocar a retórica do enfrentamento por uma estratégia real de negociação. Porque o tarifaço pode ser político na origem, mas seus efeitos são muito concretos na economia.

Essa jornalista preconceituosa com o presidente Lula sequer afirma que ‘o tarifaço’ só entrou em vigor a pedido do ex-deputado federal cassado Eduardo Bolsonaro, do jornalista e neto do ex-presidente e último ditador João Figueiredo, Paulo Figueiredo, e do próprio Flávio Bolsonaro quando esteve pessoalmente com o presidente dos EUA, Donald Trump e o Secretário de Estado Marco Rúbio, um fascista e assassino de palestinos, libaneses e iranianos, e porque não dizer, também, do povo cubano em face do boicote que Cuba sofre desde a implementação do Regime Socialista na ilha desde 1960.

Portanto, foi a familícia Bolsonaro a principal responsável pelo aumento das tarifas de exportações de produtos brasileiros para os Estados Unidos. Jamais o governo do presidente Lula deixou de conversar e negociar com membros do governo Trump.

E a CNN Brasil por meio de diversos jornalistas que apoiam o agronegócio mesmo praticando desmatamento nos mais diversos biomas do país, sequer defendem o meio ambiente de incêndios, queimadas, desmatamento, defendendo o lucro desse setor da economia que em primeiro lugar mantém seus privilégios exportando bilhões em dólares ou euro, deixando a sobra para vender para o mercado interno.

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