Artigo – O ataque de Thaís Herédia em seu blog de Análise do telejornal ‘ Hora H da CNN Brasil’, horário noturno, junto com o presidente da Federação das Indústrias do Estado de São Paulo, Paulo Scaf, ao governo do presidente Lula. Roberto Ramalho é jornalista
Thaís Herédia,
âncora do Jornal noturno da CBN Brasil ‘Hora H’ afirmou que ainda
bem que o governo Lula recuou da aplicação do Princípio da Reciprocidade que permite
ao governo do Brasil retaliar o tarifaço do governo dos Estados Unidos
comandado pelo presidente Donald Trump, de extrema-direita.
No
mesmo sentido criticou o presidente da Federação das Indústrias do Estado,
Paulo Scaf, um bolsonarista de carteirinha.
De
acordo com ela, o desafio agora é saber se o governo vai trocar a retórica do
enfrentamento por uma estratégia real de negociação. O governo recua e retira a
palavra "retaliação" do
vocabulário político sobre o tarifaço.
De acordo com a
jornalista conservadora e que sempre foi simpática ao bolsonarismo,
Thaís Herédia, embora hoje esteja mais crítica em relação
a família Bolsonaro, em face das péssimas notícias contra o candidato da
extrema-direita Flávio Nantes
Bolsonaro, a reação dos empresários e os alertas sobre
as consequências de retaliar os Estados Unidos fizeram durar menos de um dia a
disposição do governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) de partir para o revide contra o presidente
americano, Donald Trump.
Segundo a jornalista
de pensamento reacionário, sobretudo, por onde trabalhou nos Meios
de Comunicação de Massa, como os Jornais Folha de São Paulo, O Estado de São Paulo,
O Globo, e Rede Globo e supermercado Carrefour que sempre defendeu
os interesses dos maus empresários e esteve de mãos dadas com grupos econômicos
poderosos e que nada contribuíram até hoje pelo engrandecimento do país. No seu
blog, afirmou quer o ministro da Fazenda, Dario Durigan, que falava em
ataque ao patriotismo brasileiro, defendeu, na sexta-feira (17), disse que não
é hora de fazer ataques políticos eleitorais prejudicando a economia.
E
continuou afirmando que “a cobrança dos setores afetados, e
mesmo daqueles que respiraram aliviados com as exceções, sempre foi de mais
empenho e presença do governo brasileiro na negociação. Um posicionamento que
poderia, inclusive, valer como contraponto ao senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ), que não tem argumentos para desfazer os estragos causados pela
relação da família com Trump”.
Ainda de acordo com
a apresentadora do 'telejornal Hora H', o desafio agora é saber se o governo vai
trocar a retórica do enfrentamento por uma estratégia real de
negociação. Porque o tarifaço pode ser político na origem, mas seus efeitos são
muito concretos na economia.
Essa
jornalista preconceituosa com o presidente Lula sequer afirma que ‘o tarifaço’ só
entrou em vigor a pedido do ex-deputado
federal cassado Eduardo Bolsonaro, do jornalista e neto do ex-presidente e
último ditador João Figueiredo, Paulo Figueiredo, e
do próprio Flávio Bolsonaro quando esteve pessoalmente com o presidente
dos EUA, Donald Trump e o Secretário de Estado
Marco Rúbio, um fascista e assassino de palestinos, libaneses e iranianos, e
porque não dizer, também, do povo cubano em face do boicote que Cuba sofre desde a implementação do Regime Socialista na ilha
desde 1960.
Portanto,
foi a familícia Bolsonaro a principal responsável pelo aumento das tarifas de
exportações de produtos brasileiros para os Estados Unidos. Jamais o governo do
presidente Lula deixou de conversar e negociar com membros do governo Trump.
E a CNN Brasil por meio de diversos jornalistas que apoiam o agronegócio mesmo praticando desmatamento nos mais diversos biomas do país, sequer defendem o meio ambiente de incêndios, queimadas, desmatamento, defendendo o lucro desse setor da economia que em primeiro lugar mantém seus privilégios exportando bilhões em dólares ou euro, deixando a sobra para vender para o mercado interno.
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