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Jornalista envolvido e preocupado com questões sociais e políticas que afligem nossa sociedade, além de publicar matérias denunciando pessoas ou entidades que praticam atos contra o interesse público e agindo, sempre, em defesa da sociedade.

sábado, 26 de março de 2016

Brasil joga mal no 2° tempo e deixa Uruguai empatar: 2 x 2 

Roberto Ramalho é jornalista e Colunista do portal RP-Bahia

O Brasil empatou por 2 x 2 contra o Uruguai e está em terceiro lugar na tabela de classificação das eliminatórias para a Copa de 2018.

Depois de um início promissor com um marcado logo aos 44 segundos de jogo por Douglas Costa e de ainda fazer 2 x 0 na 1ª etapa, apesar de ter tomado um gol, o Brasil voltou para o 2° tempo irreconhecível e acabou permitindo o empate com gol do atacante do Barcelona, Suárez.

David Luiz precisa com urgência ser afastado da seleção por não estar apresentando um bom futebol nas últimas partidas.

E não é somente ele que está jogando mal não. A principal estrela da seleção, Neymar, vem decepcionando e precisa acertar o gol, coisa que não vem fazendo.

O técnico Dunga convocou neste sábado o zagueiro Felipe, do Corinthians, e o atacante Gabriel do Santos, para os lugares de, respectivamente, David Luiz e Neymar, que receberam cartão amarelo contra o Uruguai (o segundo deles, que gera suspensão automática nas eliminatórias) e não enfrentarão o Paraguai, em Asssunção, na terça-feira (29).

Ficha Técnica de Brasil 2 x 2 Uruguai

Brasil: Alisson, Daniel Alves, Miranda, David Luiz e Filipe Luís; Luiz Gustavo, Fernandinho (Philippe Coutinho), Renato Augusto, Willian (Lucas Lima) e Douglas Costa (Ricardo Oliveira); Neymar. Técnico: Dunga.

Uruguai: Muslera, Fucile, Coates, Victorino e Álvaro Pereira; Arévalo Ríos, Sánchez (Stuani), Vecino e Cristian Rodríguez (González); Suárez e Cavani. Técnico José Tabarez.

Gols: 1T: Douglas Costa a 1m; Renato Augusto aos 26m e Cavani aos 31; 2T: Suárez aos 3.

Juiz: Néstor Pitana (Argentina)

Cartões amarelos: Suárez, Neymar, Daniel Alves e David Luiz.

Público pagante: 43.898.

Renda: R$ 4.961.890,00

Local: Arena Pernambuco (Recife).


sexta-feira, 25 de março de 2016

Operações antiterroristas prendem 11 suspeitos na Bélgica, França e Alemanha e número dois do Estado Islâmico é morto em ataque aéreo dos EUA na Síria. 

Roberto Ramalho é jornalista e colunista do Portel RP-Bahia

Em várias operações coordenadas, forças antiterrorismo da Bélgica, França e Alemanha, detiveram 11 pessoas suspeitas de serem vinculadas ao grupo terrorista "Estado Islâmico".

As detenções têm ligação com os ataques de Bruxelas e os de Paris. As autoridades francesas disseram ter frustrado um novo plano de atentado que se encontrava em "estágio avançado".

Em relação a um dos principais dirigentes do ISIS, o governo americano anunciou a morte do n° 2 da organização, Abdel Rahmane al-Qaduli.

Segundo o secretário de Defesa americano, Ashton Carter, a ação foi um golpe contra a chefia do grupo extremista e vai afetar as operações do grupo. Ele era responsável pelas finanças da milícia terrorista. 

O Departamento de Justiça dos Estados Unidos oferecia US$ 7 milhões de recompensa para obter informações sobre o paradeiro de Abdel Rahmane al-Qaduli.

Exército da Síria avança na recaptura da cidade histórica de Palmira das mãos dos jihadistas.
A morte do ícone e maior ídolo da Holanda, de câncer, aos 68 anos. Cruyff foi o melhor jogador não latino do futebol mundial. 

Roberto Ramalho é jornalista e colunista do Portal RP-Bahia

A morte trágica de Johan Cruyff aos 68 anos, vítima de um câncer de pulmão, causou comoção nos meios esportivos internacionais.

Com certeza, Cruyff faz companhia a Pelé, Mané Garrincha, Di Stéfano, Maradona, Messi, Zidane, e aos três Ronaldos.

Jogando no Ajax tudo mudou. Nas mãos de outro técnico, Stefan Kovacs, o Ajax conquistou, de 1971 a 1973, o tricampeonato europeu e, em 1972, o Mundial de Clubes, tornando-se, assim, o mais legítimo sucessor do Real Madrid de Di Stefano, Puskas e outros jogadores. 

Conclui-se que, ao assumir a seleção holandesa, já em 1974, Michels lideraria um grupo que, com base no Ajax (Cruyff, Krol, Neeskens, Suurbier, Haan, Rep), já se praticava um esforço para montar uma seleção de futebol competitiva, que seria vista e admirada na Alemanha. 

Na Alemanha, aos olhos do mundo, a Holanda cumpriu campanha sem erros, incluindo vitórias sobre Brasil 2 x 0 e Argentina 4 x 0, na semifinal da competição, perdendo a final para a anfitriã, Alemanha, por 2 x 1.

Porém, segundo  Cruyff, a Alemanha ganhou o título mundial porque errou menos na final.

Como técnico, comandou o Barcelona no tetracampeonato espanhol nas temporadas de 1990-1991 a 1993-1994 e também na conquista da Liga dos Campeões de 1992, a primeira da história do clube catalão.
Ao todo, treinou o Barcelona por oito anos, e foi durante esse tempo um vitorioso.

Como jogador Cruyff marcou 392 gols em 520 jogos, durante 19 anos de carreira. Como treinador, obteve 242 vitórias em 387 partidas, com 75 empates e somente 70 derrotas.

quarta-feira, 23 de março de 2016

Mulher e filha de Eduardo Cunha entram com pedido de habeas corpus no STF 

Roberto Ramalho é jornalista e colunista do Portal RP-Bahia

Temendo ser presa a qualquer momento, a esposa do presidente da Cãmara dos Deputados e sua filha irão impetrar um pedido de habeas corpus no STF.

O objetivo da defesa é suspender as investigações contra elas que estão nas mãos do juiz Sergio Moro, em Curitiba. 

O processo investiga contas ilegais mantidas pela família na Suíça e que seriam abastecidas com propina desviada de contratos da Petrobras.

Segundo informa a Agência Brasil, os advogados de defesa de Cláudia Cruz e Danielle Cunha, respectivamente mulher e filha do presidente da Câmara dos Deputados, Eduardo Cunha (PMDB-RJ), recorreram ao Supremo Tribunal Federal para pedir que elas não sejam julgadas pelo juiz federal Sergio Moro, da 13ª Vara Federal de Curitiba e responsável pelos processos da operação “Lava-Jato”. 

Segundo os advogados, apesar de não terem foro por prerrogativa de função, Cláudia e Danielle devem responder às acusações na corte devido à ligação com os fatos que envolvem Cunha. 

No último dia 15, o ministro Teori Zavascki atendeu a um pedido da Procuradoria-Geral da República e desmembrou a investigação, deixando no STF somente a parte do inquérito referente ao presidente da Câmara, Eduardo Cunha.

O pedido será julgado pelo ministro Celso de Mello. Estão querendo muito. Creio que o ministro negará o pedido.

terça-feira, 22 de março de 2016

Ministro relator da Operação Lava-Jato pede que Sergio Moro devolva processo ao STF. 

Roberto Ramalho é jornalista e colunista do Portal RP-Bahia

Em decisão tomada ainda a pouco, o ministro do STF, Teori Zavascki pediu ao Juiz Sergio Moro a devolução do processo que envolve a investigação sobre o ex-presidente Lula.

Na decisão, Teori Zavascki afirma que compete somente ao STF avaliar como deve ser feita a divisão de investigações quando há indícios de envolvimento de autoridades com foro privilegiado, como Dilma e ministros.

Em relação aos áudios, o ministro declara que a lei proíbe “expressamente a divulgação de qualquer conversação interceptada” e determina a “inutilização das gravações que não interessem à investigação criminal”.

Disse o ministro Teori Zavascki: “Não há como conceber, portanto, a divulgação pública das conversações do modo como se operou, especialmente daquelas que sequer têm relação com o objeto da investigação criminal. Contra essa ordenação expressa, que, repita-se, tem fundamento de validade constitucional, é descabida a invocação do interesse público da divulgação ou a condição de pessoas públicas dos interlocutores atingidos, como se essas autoridades, ou seus interlocutores, estivessem plenamente desprotegidas em sua intimidade e privacidade”.

Ainda no mesmo despacho, Zavascki decretou novamente o sigilo sobre as interceptações e determinou que o Juiz Sergio Moro devolva o processo no prazo de dez dias, e preste informações ao STF sobre a retirada do segredo de Justiça das investigações.

Em relação ao ex-presidente Lula, ainda não foi decretada a suspensão de sua posse.

segunda-feira, 21 de março de 2016

Equipe econômica do governo federal vai pedir refinanciamento da dívida dos estados, mas exige contrapartidas. Congelamento dos salários dos servidores é uma delas. Novo PDV não está descartado.

Roberto Ramalho é jornalista e colunista do Portal RP-Bahia.

O projeto vai ser enviado ao Congresso entre esta segunda e terça-feira.


Nesta segunda-feira, o que o ministério da Fazenda apresentou foi o programa de renegociação das dívidas de estados com a União. 

Segundo o ministro Nelson Barbosa, a proposta inclui um alongamento de 20 anos para o pagamento das dívidas e de até 10 anos para os débitos dos governos regionais com o BNDES. Nesse último caso há uma carência de quatro anos em que o pagamento fica restrito ao principal.

Além disso, para socorrer os estados com maiores dificuldades de caixa, a equipe econômica propôs um desconto de 40% nas parcelas das dívidas por um prazo de dois anos. Em contrapartida, a União exige um comprometimento adicional dos estados com o ajuste fiscal, com corte de cargos comissionados e de novos reajustes, por exemplo. 

Quem usar o desconto de 40% terá que ficar sem fazer operações de crédito por quatro anos.


Segundo Barbosa, esse plano visa atender a uma preocupação emergencial dos estados, mas também estabelecer regras que garantam o melhor controle das finanças dos estados.

O ministro Nelson Barbosa afirmou que a negociação das dívidas feitas na década de 1990 resolveu o problema de endividamento excessivo dos estados, com grandes estoques. De acordo com ele, naquela época o endividamento médio era de mais de duas vezes a receita. Hoje, diz ele, o problema é de fluxo de caixa. Por isso, o alongamento alivia os estados para que eles possam passar pelo período de crise.

Disse o ministro da Fazenda: "Nós não temos hoje um problema de estoque. Na verdade, os níveis de endividamento caíram (da década de 90 para hoje). O que nós temos hoje é um problema de fluxo, de caixa, de liquidez no curto prazo". E acrescentou: "No mercado há várias renegociações de dívida. Nós estamos adotando também essa prática para auxiliar os estados nessa transição pela qual a economia brasileira passa".

Barbosa informou que se todos os estados utilizarem os mecanismos de incentivo que estão sendo dados pela União, o impacto sobre as contas públicas deste ano será de R$ 9,6 bilhões. 

No entanto, o ministro da Fazenda adiantou que muitos governadores já disseram que não vão querer usar o desconto de 40% nas parcelas pagas por um prazo de dois anos. Eles vão preferir fazer operações de crédito. Assim, o impacto mais provável sobre o resultado primário de 2016 será de R$ 6 bilhões.

Embora a ajuda aos estados vá ampliar ainda mais o rombo nas contas públicas, o ministro lembrou que ela é necessária diante das dificuldades pelas quais a economia brasileira passa e cocluiu afirmando: "É um auxílio necessário num momento em que a economia brasileira passa por dificuldades. É adequado que você dê (aos estados) um auxílio financeiro e temporário em troca de contrapartidas".

As contrapartidas a que ele se refere diz respeito ao congelamento de reajuste salarial que os governadores terão que fazer em pelo menos dois anos.

Para os servidores públicos estaduais isso cai como uma bomba no colo e a explosão poderá ferir gravemente, deixando todos numa situação financeira catastrófica.


O governo também não descarta a possibilidade de que os Estados façam um novo Plano de Desligamento Voluntário, ou seja, uma demissão forçada como aconteceu na década de 90 e foi um desastre.

sábado, 19 de março de 2016

Presidente Dilma terá até dez sessões para fazer defesa perante a Câmara dos Deputados. 

Roberto Ramalho é jornalista e colunista do Portal RP-Bahia

Tudo indica que a presidente Dilma não irá esperar completar as dez sessões para fazer sua defesa em relação ao pedido de Impeachment.

A expectativa é que a análise do processo dure até 45 dias na Casa Legislativa. 

Após as 10 sessões plenárias, não necessariamente deliberativas, que contam o prazo para Dilma apresentar a defesa, a Câmara dos Deputados tem mais cinco sessões para analisar e emitir parecer sobre o pedido.

Faz-se necessário a aprovação da maioria simples, o que significa metade mais um. 

Em seguida, o relatório deve ser encaminhado para análise do plenário em 48 horas. Ao todo serão necessários 342 votos ou dois terços do total para aprovar o relatório. 

Na possibilidade de os parlamentares aceitarem, Dilma é imediatamente afastada até que se conclua a análise e o Vice-presidente Michel Temer assumirá interinamente os destinos do país.