domingo, 4 de março de 2012


Esporte. CRB vence o ASA nos pênaltis e conquista o 1º turno do Campeonato Alagoano

No tempo normal e prorrogação o jogo acabou 2 x 2.

O Clube de Regatas Brasil (CRB) empatou em 2 x 2 com o seu tradicional adversário interiorano, o ASA no tempo regulamentar e na prorrogação, neste domingo, no Estádio Rei Pelé, pela final do primeiro turno do Campeonato Alagoano e sagrou-se campeão nos pênaltis.

Com o resultado favorável de 4 x 2, nos pênaltis, o time alvirrubro já está na final do estadual de Alagoas.

Jogando no estádio Rei Pelé, com casa cheia, na capital de Alagoas, o CRB já se garante na Copa do Brasil de 2013 com o resultado alcançado. Caso vença também o segundo turno, o CRB será campeão sem a necessidade de fazer a final do estadual.

O time do ASA abriu o placar aos 32 minutos, com Lúcio Maranhão. Em contra-ataque, Lúcio Maranhão saiu da marcação regatiana, girou e tocou no canto. ASA 1 x 0 CRB. Porém, aos 38, Geovani empatou a partida para o CRB, dando o placar final no tempo normal da partida. O gol se deu após uma bonita jogada pelo meio, em que Geovani tocou de primeira, no ângulo, fazendo um belo gol. CRB 1 x 1 ASA.

Prorrogação

No primeiro tempo da prorrogação, logo aos quatro minutos de partida, Audálio fez o segundo do time de Arapiraca. Ele recebeu livre e colocou entre as pernas do goleiro Cristiano, fazendo ASA 2x1 CRB. Mas, aos dois minutos do segundo tempo da prorrogação, Geovani empatou novamente a favor do CRB. Ele bateu falta, Tutti se esticou todo e não conseguiu tirar. Gol de empate do CRB, aos 2 minutos.

Nas cobranças de penalidade, Aloísio Pereira, Geovani, Rodrigão e Rodrigo Dantas converteram para o CRB. Já Lúcio Maranhão e Jorginho desperdiçaram suas cobranças e deram o título ao time da capital alagoana.

FICHA TÉCNICA DA PARTIDA

Campeonato Alagoano 2012 – FINAL 1º TURNO

Estádio Rei Pelé – Maceió

CRB 2 (4)x (2)2 ASA

Árbitro: Marcelo de Lima Henrique (FIFA)

Assistentes: Roberto Braatz (FIFA) e Altemir Haussman (FIFA)

CRB: Cristiano, Elsinho, Ítalo, Rodrigão e Jadilson (Leandrinho); Everton Gaúcho, Diego Aragão, Geovani e Ewerton Maradona (Aloísio Pereira); Thiago Marabá (Aloísio Chulapa) e Rodrigo Dantas. Técnico: Paulo Comelli

ASA: Tutti, André Nunes, Fabiano e Audálio; Alan, Cal, Jorginho, Didira (Tiago Gaúcho), Valdívia (Gabriel) e Marcinho (Chiquinho Alagoano); Lúcio Maranhão. Técnico: Heriberto da Cunha

Cartões Amarelos: Ítalo, Everton Gaúcho e Rodrigo Dantas (CRB) – Fabiano e André Nunes (ASA)

Gols: Geovani aos 38 minutos do 2º Tempo normal da partida, e aos 2 minutos do 2ºT da prorrogação para o CRB, e Lúcio Maranhão aos 32 minutos do 1º Tempo da partida e Audálio aos 3 minutos do 1º Tempo da prorrogação para o ASA

sábado, 3 de março de 2012


Alagoas pagou R$ 106 milhões ao Paraná, com empréstimo do Banco Mundial, que seria destinado a projetos de combate à pobreza

Jornalista Roberto Ramalho

O débito gerado no governo de Ronaldo Lessa na negociação das Letras foi quitado com dinheiro que deveria ser investido no desenvolvimento do Estado de Alagoas.

O governador Teotônio Vilela Filho, do PSDB, usou indevidamente o dinheiro que seria destinado ao desenvolvimento do Estado para pagar uma dívida que Alagoas tinha com o Paraná, e que somente esse ano deveria ser pago.

A negociação realizada entre 2009 e 2010 com o governador Roberto Requião (PMDB), foi confirmada pelo secretário da Secretaria da Fazenda, Maurício Toledo, a reportagem do jornal O Estado de São Paulo em Alagoas.

Segundo o Secretário da Fazenda, Maurício Toledo, o débito de R$ 106,7 milhões que Alagoas tinha com o Paraná, referente à renegociação das Letras Financeiras do Estado, realizada em 2002, na gestão do governo Ronaldo Lessa do PDT, foi pago com os US$ 195 milhões emprestados em 2009 ao Banco Interamericano de Reconstrução e Desenvolvimento (BIRD) para “projetos de desenvolvimento sustentável”.

Segundo Maurício Toledo, tudo foi feito dentro da legalidade. O governo de Alagoas fez aprovar, na Assembleia Legislativa, a Lei 7071, em 15 de julho de 2009, pedindo autorização para contrair empréstimo e dizendo que os recursos seriam utilizados para projetos de desenvolvimento sustentável.

E dois dias depois, o governo paranaense conseguiu aprovar na Assembléia Legislativa do Paraná a Lei 13.569, de 17 de julho de 2009, pedindo autorização para receber R$ 106,7 milhões de Alagoas.

Contudo, a Lei 7071, aprovada pela Assembleia Legislativa de Alagoas, autorizava o governador Teotônio Vilela Filho (PSDB) a contrair empréstimo de quase 200 milhões de dólares do BIRD – Banco Interamericano de Desenvolvimento, para projetos de combate à pobreza, e não para pagar dívidas com outros governos, o que acabou acontecendo. Sabe-se que parte desse dinheiro teria sido usado pagar uma dívida de R$ 106 milhões com o Paraná, que ainda venceria em junho de 2012. O débito, referente à renegociação dos títulos públicos de Alagoas, foi pago com dois anos de antecedência, durante a campanha eleitoral de Vilela para o governo do Estado, em 2010.

Numa Carta enviada ao STF pela Secretaria do Tesouro Nacional (STN), há uma advertência sobre a ilegalidade da operação, e o protocolo da Ação do STF, que tramita em Brasília, que pode render ao credor uma indenização superior a R$ 17 milhões.

O credor é Antônio Carlos Morais, que foi diretor da dívida pública do Estado de São Paulo, que deseja saber por que Alagoas pagou ao Paraná, cuja dívida ainda ia vencer, e não pagou a corretora dele, que reivindica a devolução do deságio cobrado pelo Estado na Justiça.

Naquela ocasião, para receber os valores investidos nas Letras Financeiras do Tesouro de Alagoas, Antonio C. Morais teve que pagar um deságio em torno de 36% ao governo do Estado, durante a renegociação dos títulos públicos estaduais.

Segundo cálculos, o somatório do deságio pago por todos os credores rendeu ao governo do Estado de Alagoas cerca de R$ 500 milhões, durante o governo de Ronaldo Lessa, em 2002.

E tudo isso aconteceu justamente no ano de campanha eleitoral, que resultou na reeleição de Ronaldo Lessa (PDT).

A renegociação das Letras, durante o governo de Ronaldo Lessa, teve na época, a participação decisiva dos senadores Renan Calheiros (PMDB) e do Teotônio Vilela Filho.

Foram eles que articularam a aprovação da Resolução do Senado que concedia a autorização à renegociação dos títulos. Assim sendo, a dívida do Estado de Alagoas, que no começo do governo Ronaldo Lessa beirava em torno dos R$ 2,5 bilhões, deu um salto astronômico para R$ 6 bilhões, oito anos depois.

Com base nessas informações e documentos apresentados, que comprovam à negociação, em 2006, o empresário Antônio Carlos Morais entrou com uma denúncia-crime na Procuradoria Geral da República contra Ronaldo Lessa e vários integrantes do primeiro escalão do governo dele, inclusive, o ex-secretário da Fazenda, Sérgio Dória. O processo tramita na esfera federal e encontra-se atualmente com o procurador da República em Alagoas, Joel Belo, que não fala sobre o assunto alegando “segredo de Justiça”.

É importante frisar, que os governadores Ronaldo Lessa e Teotonio Vilela Filho, são, até o presente momento, apenas réus no processo, não havendo, ainda, nenhuma punição contra eles, embora a lei aprovada pela ALE-AL, que autorizou o governo de Alagoas a contrair empréstimo com o Banco Mundial, se destinasse ao combate à pobreza e tenha sido usada para outro fim.

COMENTÁRIO DE ROBERTO RAMALHO

ESSA MATÉRIA QUE ACABO DE FAZER, É MUITO GRAVE. É ESTARRECEDORA!

SIMPLESMENTE A DÍVIDA PÚBLICA DE ALAGOAS SALTOU DE R$ 2,5 BILHÕES PARA R$ 6 BILHÕES, EM SEIS ANOS.

AGORA SIM ESTÁ NA HORA DA DRA. ELIANA CALMON, COORREGEDORA-GERAL DO CNJ TOMAR CONHECIMENTO DISSO E SABER POR QUE MILHARES DE FUNCIONÁRIOS PÚBLICOS ESTADUAIS AINDA NÃO RECEBERAM SEUS PRECATÓRIOS, PASSADOS MAIS DE 20 ANOS.

sexta-feira, 2 de março de 2012


Esporte. Porto vence Benfica de virada e assume liderança do Campeonato Português

Jornalista Roberto Ramalho

O gol da vitória foi marcado pelo brasileiro Maicon, aos 42 minutos do segundo tempo.

O Porto foi a Lisboa e conseguiu um grande resultado contra o rival, Benfica, vencendo pelo placar de 3 x 2.

Jogam na equipe os brasileiros Hulk, Kléber e Maicon.

O Porto abriu o marcador com um belíssimo gol do brasileiro Hulk, aos 7 minutos do primeiro tempo. O atacante dos Dragões, como também é conhecido o time azulino, recebeu a bola na ponta-direita, trouxe para dentro e fuzilou de canhota, no ângulo do goleiro.

O Benfica contou com dois gols do atacante paraguaio Cardozo para virar o placar. O primeiro veio aos 42, enquanto o segundo saiu aos 48, ambos ainda no primeiro tempo.

James Rodríguez, que havia iniciado a partida no banco de reservas, empatou para o Porto aos 19 minutos da etapa final e coube ao lateral direito brasileiro Maicon, aos 42 minutos, virando o placar a favor do time visitante, dando números finais ao confronto.

Segundo o atacante brasileiro Kléber, a vitória foi fundamental para as aspirações do Porto de conquistar o Campeonato Português. Disse ele: "Era fundamental vencer essa partida. As nossas campanhas eram idênticas e essa vitória pode fazer a diferença lá na frente. Além disso, ganhar um jogo como esse dá moral para toda a equipe, pois se trata do nosso maior rival e um concorrente direto na briga pelo título", afirmou.

Com a vitória, o Porto chegou aos 52 pontos e deixou o Benfica na vice-liderança com 49 pontos. Na próxima rodada, a equipe enfrentará o Acadêmica de Coimbra, no próximo domingo (11).
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Homens (e mulheres) de preto

Nelson Motta, jornalista, O Globo, 02.03.12

Como um capitão Nascimento da magistratura, a ministra Eliane Calmon está combatendo os bandidos de toga, os traficantes de sentenças e os vagabundos infiltrados no Judiciário, em defesa da imensa maioria de juízes honestos e competentes que honram a instituição. Por isso é alvo do tiroteio corporativo que tenta fazer de acusações a maus juízes suspeitas sobre toda a classe.

Para merecer os privilégios de que desfrutam, maior rigor é exigido dos que julgam. Nesta nobre função não basta ser honesto, é preciso parecer honesto, ter a integridade, a independência e a competência exigidas pela magistratura, para que a Justiça seja respeitada, e temida, porque sem ela não há democracia.

"Não tenho medo dos maus juízes, mas do silêncio dos bons juízes, que se calam quando têm que julgar colegas", fuzilou a faxineira-chefe, e quem há de contestá-la?

Todo mundo entende as relações de amizade que se estabelecem ao longo de muitos anos de trabalho, mas quem escolhe esta carreira — ao contrário de engenheiros, médicos, advogados ou músicos — tem que estar preparado para julgar igualmente a todos, do batedor de carteiras ao presidente da República — e aos seus colegas.

Com razão, ela diz que os juízes de segundo grau, quando enveredam para o mal, são os mais deletérios, porque os de primeira instância, por corrupção ou incompetência, podem ter suas sentenças anuladas pelo colegiado do tribunal superior. Mas é quase impossível um desembargador ser condenado pelos seus pares.

A ministra os conhece bem: “esses malandros são extremamente simpáticos, não querem se indispor, dizem que o coração não está bom, que estão no fim da vida.”

Alguém imagina os desembargadores do Tribunal de Justiça, digamos, do Maranhão, condenando à pena máxima — aposentadoria remunerada — algum colega agatunado? Quanta pressão um juiz pode suportar do político que o nomeou?

Por tudo isto a corregedora nacional apoia a emenda constitucional do senador Demóstenes Torres para que os desembargadores sejam julgados com isenção, não por seus colegas de tribunal, mas pelos juízes do Conselho Nacional de Justiça.


quinta-feira, 1 de março de 2012



Jornalista Roberto Ramalho

Arqueólogos e especialistas em assuntos religiosos apresentaram em Nova Iorque as conclusões de uma pesquisa que apresenta indícios da ressurreição de Jesus Cristo a partir de um túmulo localizado em Jerusalém há três décadas. 

"Até agora me parecia impossível que tivessem aparecido túmulos desse tempo com provas confiáveis da ressurreição de Jesus ou com imagens do profeta Jonas, mas essas evidências são claras", afirmou o professor James Tabor, diretor da Universidade da Carolina do Norte e um dos responsáveis pela pesquisa à Agência EFE. 

O túmulo em questão foi descoberto em 1981 durante as obras de construção de um prédio a menos de quatro quilômetros da Cidade Antiga de Jerusalém.

Um ano antes, neste mesmo lugar, foi encontrado um túmulo que muitos acreditam ser de Jesus e sua família.

COMENTÁRIO DE ROBERTO RAMALHO

QUANTO MAIS SE SOUBER DA VIDA DE NOSSO SENHOR JESUS CRISTO, MELHOR PARA A HUMANIDADE.