sexta-feira, 9 de dezembro de 2011


Urgente! Governo de Alagoas anuncia pagamento do 13º salário na terça-feira a todos os servidores públicos

Roberto Ramalho é jornalista e articulista dos sites: www.webartigos.com, www.jusnavegandi.com.br, www.arcos.org.br, www.viajus.com.br,  www.netsaber.com.br e www.domtotal.com.br.

O governador Teotonio Vilela (PSDB) anunciou para a próxima terça-feira (13.12.11), data de seu julgamento pelo TSE, em que a coligação de Lessa o acusa de prática de abuso de poder político e econômico, o pagamento do 13º salário de todos os servidores públicos.

Segundo ele, isso se deve ao equilíbrio financeiro do Estado e a política de valorização do servidor.

O Governo de Alagoas informa que serão injetados na economia alagoana cerca de R$ 170 milhões. O anúncio foi feito nesta sexta (9) pelo governador Teotonio Vilela Filho.

Segundo informa o Portal oficial do Estado, a Agência Alagoas, o governador comemorou o atual momento do Estado, que fecha o ano de 2011 com equilíbrio fiscal e credibilidade junto às instituições financeiras, o que permitiu investimento na valorização dos servidores.

Disse o governador: “Este foi um ano especial para os servidores estaduais. Nós concedemos o maior percentual de reajuste salarial entre os estados do Nordeste, implantamos a política de reajuste anual pelo IPCA e agora estamos pagando o décimo-terceiro salário no dia 13, disse.

De acordo ainda com Teo Vilela “Os servidores poderão fazer suas compras de final de ano com tranquilidade e isso foi possível porque fizemos o dever de casa, ajustando as contas públicas e garantindo credibilidade para o Estado”, afirmou.

COMENTÁRIO:

Ele não fez mais do que sua obrigação como governante de em Estado que embora seja rico em recursos naturais, tem uma economia pobre e atrasada.

Além disso, a educação está praticamente um caos, com Escolas Públicas inteiramente sucateadas, sem uma biblioteca adequada e com poucos computadores que só funcionam com a presença de professores para ensinar os alunos.

Também tem o fato dele se negar a fazer concurso público para a contratação de professores em todas as disciplinas, por conta da famigerada Lei de Responsabilidade Fiscal.

E o mais grave é ele se negar a fazer concurso público para a UNCISAL, que está à beira de ser fechada por falta de profissionais, principalmente de médicos, enquanto afirma que fará concursos para a UNEAL, uma instituição de ensino menor e que não está tão carente de professores como a que acabei de me referir acima.

Além disso, andando pelo centro de Maceió, presenciei policiais militares usando revolver calibre 38, já ultrapassado, quando os mesmos precisam é de pistolas ponto 40, ou, no mínimo, pistola 380.

E o estaleiro EISA que é bom, nada! Só balela!

E o pagamento do 13º salário do funcionalismo público, recai justamente na data de seu julgamento pelo TSE.

Considero essa atitude, uma estratégia de marketing para impressionar os ministros do TSE.

De qualquer forma, os servidores agradecem seu gesto, tenha sido campanha de marketing ou não.





Jornalista Roberto Ramalho

Nesse momento está acontecendo em todo o país, marchas, corridas, caminhadas, manifestações e debates, organizados por entidades em várias cidades do País para celebrar o Dia Internacional contra a Corrupção, que ocorre nesta sexta-feira, 9.12.11.

As atividades não se restringirão apenas nesta sexta-feira e se estenderão pelo fim de semana.

A data, instituída pela Organização das Nações Unidas (ONU), tem por objetivo mobilizar a sociedade em torno do tema da corrupção, onde, todos os anos, políticos de todas as tendências políticas e partidárias teimam em praticar atos de improbidade administrativa, desvio de verbas públicas, cometerem peculato etc.

Artigo: Discussão sem luz

Por Sandro Vaia é jornalista. Foi repórter, redator e editor do Jornal da Tarde, diretor de Redação da revista Afinal, diretor de Informação da Agência Estado e diretor de Redação de “O Estado de S.Paulo”. É autor do livro “A Ilha Roubada”, (editora Barcarolla) sobre a blogueira cubana Yoani Sanchez. E.mail: svaia@uol.com.br - 9.12.2011
Um grande tema apaixona todas as faculdades de jornalismo e de comunicação social no Brasil - e só elas: o diploma deve ou não ser obrigatório para o exercício da profissão?

É certo que os leitores de jornais e todos os consumidores de produtos jornalísticos estão se lixando para isso.Eles pagam para adquirir produtos de qualidade e é isso que esperam consumir quando compram um jornal, uma revista, ou quando assistem a um programa jornalístico na TV ou lêem notícias na internet.

O debate é mesquinhamente corporativo. Embora o Supremo Tribunal Federal já tenha decidido, por 8 votos a l, em 2009, que a exigência do diploma para o exercício da profissão de jornalista é inconstitucional, o tema voltou à pauta graças a uma proposta de emenda constitucional apresentada pelo senador Antonio Carlos Valadares, do PSB, que estabelece de novo a obrigatoriedade do diploma.

A PEC foi aprovada em primeiro turno por 65 votos a 7 graças a um bem sucedido lobby de entidades sindicais e o novo PSD foi o único partido a fechar questão contra.

E exigência do diploma é uma velha história que nasceu com o decreto lei 972/69, baixado pelo regime militar, muito pouco interessado em facilitar a vida do jornalismo e dos jornalistas.

Então volta a discussão que já se dava por vencida: é preciso ter diploma para ser jornalista?

O ministro Gilmar Mendes, relator da decisão do STF de 2009, disse em seu parecer que “a formação específica em curso de jornalismo não é o meio idôneo para evitar eventuais riscos à coletividade ou danos a terceiros”.
O senador Aloysio Nunes Ferreira, ao votar contra a PEC do senador Valadares, foi também incisivo: o jornalismo é “instrumento ligado à liberdade de expressão” e, portanto, “não cabe nenhum tipo de restrição” ao seu exercício.

Não existe nada na especialização do jornalista que exija conhecimentos técnicos específicos que não sejam adquiridos no exercício da profissão. Um mau médico pode matar, um mau engenheiro pode derrubar pontes, um mau enfermeiro pode trocar a medicação. Um mau jornalista pode no máximo maltratar a língua ou narrar mal os fatos, mas isso ele pode fazer com ou sem diploma.

Para o STF, “a doutrina constitucional entende que as qualificações profissionais de que trata o art. 5º, inciso XIII, da Constituição, somente podem ser exigidas, pela lei, daquelas profissões que, de alguma maneira, podem trazer perigo de dano à coletividade ou prejuízos diretos a direitos de terceiros, sem culpa das vítimas, tais como a medicina e demais profissões ligadas à área de saúde, a engenharia, a advocacia e a magistratura, dentre outras várias.”

É evidente que um diploma de curso superior, de qualquer especialização humanista, só vai ajudar a melhorar a capacitação intelectual de qualquer jornalista.

A volta da discussão sobre o diploma é ociosa, inoportuna e corporativista.

Com ele, pretende-se apenas criar uma reserva de mercado para sindicatos sem clientela.

Nenhum diploma vai iluminar o jornalismo ou criar um Gabriel Garcia Marquez, um Mario Vargas Llosa, um 

Nelson Rodrigues, um Barbosa Lima Sobrinho.

Política. Coluna de Ilimar Franco, O Globo, dessa sexta-feira, 09.12.11

"Ontem fizemos a barba, hoje o cabelo e amanhã faremos o bigode” — Ideli Salvatti, ministra das Relações Institucionais, ao telefone, para o presidente do Senado, José Sarney (PMDB-AP), na noite de quarta-feira, sobre a aprovação do Código Florestal, da Emenda 29 e da DRU.



As 10 profissões mais felizes e infelizes do mundo

Jornalista Roberto Ramalho com www.super.abril.com.br

Segundo o site da Abril, os profissionais mais felizes do mundo, de acordo com uma pesquisa realizada pela Universidade de Chicago (EUA), são os membros do clero.

De acordo com a pesquisa isso faz sentido. Diz o documento que a profissão jamais comporta pessoas feias e se o pessoal fosse infeliz, ficaria feio.

Segue a lista do top 10.

1 – Clérigos;
2 – Bombeiros;
3 – Fisioterapeutas;
4 – Escritores;
5 – Professores de educação especial;
6 – Professores;
7 – Artistas;
8 – Psicólogos;
9 – Vendedores de serviços financeiros;
10 – Engenheiros de operação.

O fato dessas pessoas serem felizes está no fato da  maioria desses trabalhos se basear em ajudar pessoas — é a isso que os pesquisadores creditam a boa colocação no ranking.

De acordo com a pesquisa, para outros, como escritores e artistas, parece que a autonomia e a liberdade de expressão são as responsáveis pela felicidade. Os vendedores de serviços financeiros, por sua vez, ganham comissões generosas, e os engenheiros de operação talvez se divirtam com brinquedões como escavadeiras e guindastes.

Como bônus, também foi divulgado o top 10 das profissões mais infelizes do mundo, feito pelo site CareerBliss — elas, curiosamente, tendem a ser mais bem pagas do que as profissões listadas acima (e mais chatas também, impossível não dizer).

As profissões mais infelizes

1 – Diretor de tecnologia da informação;
2 – Diretor de vendas e marketing;
3 – Gerente de produto;
4 – Desenvolvedor web sênior;
5 – Especialista técnico;
6 – Técnico em eletrônica;
7 – Secretário judicial;
8 – Analista de suporte técnico;
9 – Operador de CNC;
10 – Gerente de marketing.

E aí, dá para encarar? Em qual delas você está? Comente no meu Blog.


Esporte. Futebol.

Corinthians estreia fora de casa, após Conmebol corrigir tabela da Copa Libertadores

Roberto Ramalho é jornalista

A Conmebol corrigiu a tabela da Copa Libertadores de 2012, e o Corinthians vai estrear fora de casa jogando contra uma equipe do Paraguai ainda a ser definida, podendo ser o a forte equipe do Libertad.

Atual campeão brasileiro, o time do parque São Jorge entrou na vaga "Brasil 2", que além do adversário paraguaio terá ainda o Cruz Azul, do México, e o Deportivo Táchira, da Venezuela.

O Corinthians é o integrante do Grupo 6 da competição continental mais importante da América Latina.

O timão fará duas partidas fora de casa no turno do grupo, enfrentando apenas o Cruz Azul no Pacaembu. No returno a tabela se inverte, e o clube fará duas partidas em casa.

A entidade sul-americana havia se atrapalhado na última segunda-feira, quando equivocadamente divulgou a tabela inicial da Copa Libertadores.

A Conmebol "ignorou" a conquista do campeonato brasileiro pelo Timão e divulgou a tabela como "Brasil 2 x Paraguai 2".

Universidad de Chile larga na frente vencendo a LDU por 1 x 0, fora de casa, e pode conquistar seu primeiro título internacional

Roberto Ramalho é jornalista

Time largou em vantagem contra a LDU na decisão da competição.

A Universidad de Chile nunca conquistou um título internacional na sua história e poderá conquistá-lo na próxima semana, se conseguir ao menos um empate diante do adversário a quem derrotou no Equador por 1 x 0.
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O time chileno saiu em vantagem contra a LDU na final da Copa Sul-Americana), e pode conquistar o seu primeiro título continental e ainda dar ao país o primeiro título na Copa Sul-Americana, que está na sua décima edição.

Os times chilenos nunca chegaram ao título e apenas duas vezes teve campanhas destacadas na Sul-Americana. Em 2005, a Universidad Católica chegou à semifinal, mas foi eliminado pelo Boca Juniors, que se tornou campeão. No ano seguinte, o Colo-Colo chegou à grande final, mas acabou sendo derrotado pelo Pachuca do México.

Se conquistar a Copa Sul-Americana, além de levantar o seu primeiro troféu internacional, em toda a história, a Universidad de Chile abre passagem para novas disputas internacionais.

O time garante vaga na Copa Suruga Bank de 2012, onde enfrenta o campeão da Copa da Liga Japonesa, e enfrentará na final da Recopa Sul-Americana, o Santos, campeão da Libertadores.

Kashiwa Reysol vence Auckland City na abertura do Mundial de Clubes por 2 x 0, e enfrenta o Monterrey do México nas quartas-de-final

Roberto Ramalho é jornalista

Japoneses agora enfrentarão o Monterrey, do México

Jogando bem e apresentando um bom futebol, os japoneses do Kashiwa Reysol venceram sem grandes dificuldades o Auckland City, da Nova Zelândia, por 2 x 0, em Toyota, na partida que abriu o Mundial de Clubes da Fifa.

Agora a equipe da casa enfrentará o Monterrey, do México, no próximo domingo pelas quartas-de-final. O vencedor do jogo enfrentará o Santos na semifinal, dia 14 próximo.

Contando com o técnico Nelsinho Batista, como técnico, e Jorge Wagner e Leandro Domingues na equipe titular, o Kashiwa Reysol pressionou os neozelandeses desde o início da partida, mostrando toda a sua superioridade.

Os japoneses abriram o placar aos 37 minutos, em bela jogada do atacante Tanaka, que driblou dois marcadores e chutou sem ângulo para marcar um belo gol. Dois minutos depois, Kudo ampliou após bate-rebate na área, para festa dos poucos torcedores presentes a partida.

O segundo tempo seguiu com pressão total do time japonês, que, no entanto, não conseguiu ampliar o marcador, saindo de campo classificado e pronto para o duelo contra o Monterrey do México.

Os times do Santos, do Brasil, e do Barcelona da Espanha, são considerados pela imprensa mundial os dois favoritos à conquista do campeonato mundial de clubes.


quinta-feira, 8 de dezembro de 2011

Caça Rafale pode ser extinto caso FAB não adquira seus aviões. Caça russo Sukhoi-Su-35 era o preferido pelos pilotos da FAB

Jornalista Roberto Ramalho com “O Estado de São Paulo”

Reportagem do jornal O Estado de São Paulo, edição dessa quinta-feira, dia 08.12.2011, afirma que o Governo francês estuda cancelar produção se não fechar venda de caças para o Brasil. Com seu avião encalhado, o governo francês abre uma polêmica ao romper um tabu e admitir que considera encerrar a produção do caça Rafale. O jato foi considerado pelo governo brasileiro como o favorito para vencer a licitação aberta para a renovação da frota da Força Aérea Brasileira (FAB). Mas até hoje, a Dassault, fabricante do Rafale, não conseguiu um só comprador fora da França para seu modelo, em mais de uma década de produção e milhões de euros gastos em lobby. As declarações foram feitas pelo ministro da Defesa, Gerard Longuet, e abriram imediatamente um debate no país. Horas depois, o ministro foi obrigado a emitir um comunicado para retificar sua avaliação e prometer publicamente que o avião continuaria sendo fabricado até 2030, pelo menos para suprir as forças aéreas francesas.

Segundo informa O jornal paulista, a crise já havia sido instalada há tempo. A declaração que criou a polêmica foi a de que se o país não encontrasse compradores para seu caça, não teria outra alternativa senão a de fechar a linha de produção. "Se a Dassault não vender seu aparelho ao exterior, a cadeia (de produção) será encerrada", disse o ministro. Segundo ele, se nenhum modelo for vendido, os jatos em fabricação hoje e que estão programados para ser entregues em 2018 serão os últimos a ser produzidos. Longuet foi obrigado a corrigir suas declarações, insistindo que, mesmo sem vender um só jato ao exterior, a Dassault continuará sua linha de produção até 2030 para fornecer os aviões aos militares franceses. Questionado sobre a falta de comprador, o ministro admitiu que o avião francês é mais caro que o norte-americano e que a produção em escala dos Estados Unidos reduz o custo do concorrente. Duzentos aviões Rafale foram encomendados pelo governo francês em 15 anos, enquanto os americanos produziram 3 mil.

Segundo O Estado de São Paulo, as decepções no campo francês se acumulam. O ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva chegou a anunciar que havia fechado o acordo com a França, o que depois jamais foi confirmado. O avião também não está entre os favoritos para os militares brasileiros. Há um mês, foi a vez do governo dos Emirados Árabes afirmar que a negociação mostrava que o avião francês "não era competitivo" e seu preço era "irrealizável". Mas a gota d"água que fez explodir o debate foi a decisão da Suíça de abandonar sua ideia de comprar o Rafale e optar pelo modelo sueco, que também concorre na licitação brasileira. Berna, apesar de acumular reservas bilionárias e não estar sendo afetada pela crise econômica, optou por um avião que economizaria aos cofres públicos US$ 1 bilhão. Para manter a linha de produção em funcionamento, o governo francês foi obrigado em 2010 a encomendar 11 novos caças à Dassault. Além do Brasil, a grande esperança dos franceses é de ganhar a licitação aberta na Índia para a compra de 126 caças, no valor de US$ 8 bilhões. O ministro, porém, garantiu que a manutenção dos aviões em utilização hoje será assegurada pela Dassault pelos próximos anos. Segundo ele, "o fim será para o construtor, não para o usuário" que terá o avião em mãos por até 40 anos.

Repercussão.

De acordo com O Estado de São Paulo, diante da polêmica, a Dassault se recusou a comentar a declaração do ministro. Mas nem a empresa e nem o governo tem consigo evitar comentários na imprensa francesa ridicularizando a falta de capacidade do país de vender seus aparelhos. Programas de humor falam sobre o problema do Rafale, enquanto cartunistas usam os aviões não vendidos para atacar a falta de competitividade da indústria francesa. Nos últimos meses, porém, o governo francês insiste que foi a capacidade militar do Rafale que garantiu que os ataques da OTAN sobre a Líbia tivessem resultados positivos.

COMENTÁRIO:

Não vejo grande vantagem de o governo brasileiro escolher esse caça, após o término da licitação. O avião de caça não tem muita experiência em guerras como tem o norte-americano F-16, mas, ainda assim, preferia que o Brasil tivesse escolhido o Sukhoi-Su 35.

O Su-35, o mais novo caça da família Flanker, é o vencedor da segunda enquete do patrocinado pelo site especializado em guerra “Poder Aéreo”, recebendo quase 50% do total de votos, contra 21% do Rafale.

Algumas inovações introduzidas no Su-35BM:
  • Radar Tikhomirov NIIP Irbis-E (N035E);
  • Canards removidos;
  • Radar Osa tipo ESA instalado na cauda;
  • Novas turbinas AL-41F1A com 14,5 toneladas de empuxo
  • Instalação de flaperons de alta sustentação;
  • Sistema de guerra eletrônica de auto-defesa L175M Khibiny-M;
  • Redução da RCS;
  • Novo sistema fly-by-wire;
  • Novo cockpit com grandes LCDs.
O Sukhoi Su-35 é um verdadeiro caça de superioridade aérea e que impunha respeito. Ele era o caça perfeito pelos pilotos da FAB, para o Brasil, por causa do se custo e beneficio, mas terminou sendo rejeitado na 1ª fase do Projeto FX-2, por causa do forte “lobby” feito pelos americanos e franceses.