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Jornalista envolvido e preocupado com questões sociais e políticas que afligem nossa sociedade, além de publicar matérias denunciando pessoas ou entidades que praticam atos contra o interesse público e agindo, sempre, em defesa da sociedade.

segunda-feira, 26 de janeiro de 2026

Artigo - O assassinato do cão orelha por quatro delinquentes de família de classe média alta em Santa Catarina. Roberto Ramalho é advogado e foi procurador do município de Maceió.

A morte por espancamento do cachorro orelha revoltou toda a sociedade, sobretudo, os defensores dos animais.

O crime foi tão brutal que depois de sofrer agressões de quatro jovens da alta classe média de Santa Catarina, o cão ainda agonizou. Depois da agressão, ele foi socorrido e levado a um hospital veterinário onde teve que ser sacrificado por eutanásia devido à gravidade dos ferimentos.

Preocupado com a repercussão, o governador de Santa Catarina, Jorginho Mello (PL), afirmou que a polícia segue investigando o caso do cachorro Orelha, morto após ser espancado supostamente por quatro adolescentes. Em vídeo, ele disse que a investigação apura ainda coação e porte ilegal de arma.

Segundo o @uolnoticias, o cachorro Orelha foi encontrado agonizando por uma moradora após receber pauladas na cabeça. Ele vivia havia cerca de 10 anos na Praia Brava, em Florianópolis (SC). Era alimentado e cuidado pela comunidade. O animal foi levado ao hospital veterinário e precisou passar por eutanásia devido à gravidade dos ferimentos.

Quatro adolescentes são suspeitos de espancar Orelha, e um adulto teria ameaçado uma testemunha. Alguns dos envolvidos foram alvos de mandados na manhã de hoje.

Nas redes sociais o senador Fabiano Contarato afirmou que o assassinato do cão orelha em Florianópolis é totalmente revoltante. Amado por toda a comunidade, ele teve a vida tirada de forma brutal pelas mãos de ao menos quatro adolescentes – que, além de civilidade, também precisam aprender que todo ato tem consequências.

Declarou o senador Contarato sobre o crime: “Como relator, lutei para aprovar a lei, em vigor desde 2020, que aumentou as penas para maus-tratos contra cães e gatos. Também consegui aprovar no Senado meu projeto que amplia o tempo de internação para adolescentes infratores, para que haja responsabilização proporcional à gravidade das condutas”. E finalizou: “A cultura da impunidade precisa ter um basta. A lei não pode ser abrigo para quem escolhe o caminho da crueldade”.

Esses jovens são verdadeiros psicopatas juvenis, assassinos do cachorro comunitário chamado Orelha e estudam no Colégio Catarinense, um colégio de elite de Florianópolis.

quarta-feira, 7 de janeiro de 2026

Artigo – A anulação da Sindicância do Conselho Federal de Medicina pelo ministro Alexandre de Moraes em face das mentiras contra médicos da Polícia Federal em relação ao tratamento de Jair Bolsonaro na sede da PF em Brasília. Roberto Ramalho é Advogado, Jornalista e Colunista do Portal RP-Bahia.

Bolsonaristas-Fascistas  do CFM

O ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), Alexandre de Moraes, declarou nula a sindicância que apurava suposta falta de assistência médica ao ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) e determinou que a Polícia Federal (PF) realize a oitiva do presidente da entidade responsável.

Moraes afirmou que é “flagrante a legalidade e a ausência de competência correicional do Conselho Federal de Medicina (CFM) em relação à Polícia Federal (PF)”, além de destacar que há “claro desvio de finalidade na determinação, bem como total ignorância dos fatos”.

Ao contestar a sindicância instaurada pelo Conselho Federal de Medicina (CFM, Moraes citou relatório médico elaborado pela Polícia Federal (PF) que detalha as condições de saúde do ex-presidente na cela da superintendência da corporação.

Na decisão, o ministro Alexandre de Moraes afirma que “não houve, portanto, qualquer omissão ou inércia da equipe médica da Polícia Federal, que atuou correta e competentemente, conforme, inclusive, corroborado pelos exames médicos realizados no custodiado na data de hoje, no Hospital DF Star, que não apontaram nenhum problema ou sequela em relação ao ocorrido na madrugada do dia anterior”. E prosseguiu, afirmando“Diante do exposto, nos termos do artigo 21 do RiSTF, declaro a nulidade da determinação do Conselho Federal de Medicina quanto à ‘instauração imediata de sindicância para apurar denúncia relacionadas às condições de atendimento médico prestado ao ex presidente Jair Bolsonaro (PL)’, vedando qualquer procedimento no âmbito dessa autarquia, em âmbito nacional ou estadual, com esse objeto, em virtude de sua flagrante ilegalidade e desvio de finalidade”.

Alexandre de Moraes ainda barrou qualquer procedimento da autarquia, em âmbito nacional ou local, com esse objetivo e determinou que a Polícia Federal ouça o presidente do CFM, José Hiran da Silva Gallo, sobre a medida que tinha sido anunciada. Moraes ainda determinou que o diretor do Hospital DF Star encaminhe ao Supremo todos os exames médicos e laudos referentes aos exames feitos por Bolsonaro nesta quarta em até 24 horas.

O CFM havia afirmado que a autonomia do médico assistente é soberana na definição da conduta terapêutica, não podendo sofrer qualquer tipo de interferência externa.

Moraes fundamentou muitíssimo bem sua decisão ao afirmar que há "ilegalidade e ausência de competência" do CFM em relação à Polícia Federal. "Demonstrando claramente o desvio de finalidade da determinação, além da total ignorância dos fatos."

Não houve qualquer omissão ou inércia da equipe médica da Polícia Federal, disse Moraes. Segundo o ministro, a atuação da equipe foi corroborada pelos exames médicos realizados hoje no Hospital DF Star, que "não apontaram nenhum problema ou sequela em relação ao ocorrido na madrugada do dia anterior".

CFM havia determinado que o Conselho Regional de Medicina do Distrito Federal apurasse os fatos. O órgão federal disse ter recebido denúncias formais que "expressam inquietação quanto à garantia de assistência médica adequada" a Bolsonaro. "Além disso, declarações públicas de relatos sobre intercorrências clínicas causam extrema preocupação à sociedade brasileira", disse em nota.

Saúde do ex-presidente demanda monitoramento contínuo e imediato, diz o conselho. O CFM afirmou que "deve ser assegurada assistência médica com múltiplas especialidades pelo estado brasileiro, inclusive em situações de urgência e emergência.".

Conselho Federal de Medicina, em nota afirmou o seguinte:

Em obediência ao disciplinado em lei e ao Código de Processo Ético-Profissional, o CFM determinou ao Conselho Regional de Medicina do Distrito Federal, a imediata instauração de sindicância para apuração dos fatos.

Presidente do CFM é apoiador de Bolsonaro. Em 2018, José Hiran da Silva Gallo publicou um artigo comemorando a vitória de Bolsonaro na eleição, intitulado "a esperança venceu o medo". O texto foi divulgado no site do Conselho Regional de Medicina de Rondônia, onde ele ocupava o cargo de diretor-tesoureiro na época.

Gallo também defendeu o então presidente na pandemia de covid-19. "Pessoalmente, entendo ser um equívoco atribuir ao presidente Jair Bolsonaro a culpa absoluta por essa catástrofe. Se ele cometeu deslizes na comunicação dessa crise, por outro lado, não se pode ignorar que seu Governo se desdobrou para aumentar a oferta de leitos de internação e de UTI", declarou. O CFM é aquele Conselho cretino infestado até hoje de lideranças bolsonaristas que não se manifestou durante a pandemia contra todas as afirmações feitas por Jair Bolsonaro, e nunca pediu vacina, nunca condenou com veemência a apologia ao uso de cloroquina, ivermectina e outras medicações ineficientes.

Foi também o CFM que se insurgiu contra os médicos cubanos, no programa maravilhoso criado por Dilma Rousseff, o Mais Médicos.

Trata-se de um Conselho que se preocupa apenas com os lucros que a medicina proporciona - altíssimos, aliás. Nunca com a vida humana. Por fim, é um antro de bolsonaristas. E não tem moral nenhuma pra pedir sindicância a favor de quem tentou dar golpe de Estado.

Concluindo, pergunto: O Conselho Federal de Medicina vai se manifestar sobre o estado de saúde dos demais presos em todo o Brasil ou somente do Bolsonaro? E esta é uma posição do presidente do CFM ou do próprio CFM?

Mais uma vez parabéns ao paladino da democracia, Alexandre de Moraes!”


domingo, 4 de janeiro de 2026

Artigo – a invasão da Venezuela pela Força Especial dos Estados Unidos denominada ‘Delta’, o bombardeamento do sistema de defesa e o sequestro do presidente Nicolás Maduro. Roberto Ramalho é Jornalista e Colunista do Portal RP-Bahia

Nicolás Maduro, vendado, no Navio de guerra americano Iwo Jima

1. Introdução

Venezuela é, oficialmente, a República Bolivariana da Venezuela. É um país na costa norte da América do Sul, consistindo de uma massa continental e muitas ilhas e ilhotas no Mar do Caribe. Compreende uma área de 916.445 km 2 (353.841 sq mi), e sua população foi estimada em 29 milhões em 2022.

Segundo o presidente dos EUA, líder venezuelano foi retirado do país por via aérea junto com a esposa. Vice-presidente da Venezuela diz "não saber o paradeiro de Maduro". captura do presidente venezuelano Nicolás Maduro na madrugada deste sábado (3) foi realizada por equipes da Força Delta, uma tropa de elite do Exército norte-americano, segundo uma reportagem da rede de TV CBS News com base em fontes militares dos EUA. De Acordo com o Portal g1, a Força Delta dos EUA é uma unidade altamente secreta de operações especiais do Exército americano. Dentro do Exército dos EUA, a unidade é oficialmente chamada de 1º Destacamento Operacional de Forças Especiais – Delta.

Suas principais missões são:

  • Executar ações de contraterrorismo;
  • Resgate de reféns;
  • Ações de reconhecimento de campo;
  • Buscar, capturar ou alvejar alvos de "alto valor".

O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, afirmou neste sábado (3) que forças americanas realizaram um ataque de grande escala contra a Venezuela e capturaram o presidente Nicolás Maduro. A declaração foi feita em uma rede social.

2. O que Nicolas Maduro fez na Venezuela de mau para ser capturado e levado para os EUA para responder por tráfico de drogas e crimes contra a população? Porque os Estados Unidos sancionaram a Venezuela?

Um relatório da Organização dos Estados Americanos determinou que, durante sua gestão, foram cometidos crimes contra a humanidade, e as Nações Unidas reportaram mais de 9000 execuções extrajudiciais e mais de quatro milhões de venezuelanos foram forçados a deixar o país.

Uma crise sócio-econômico e política em curso teve início na Venezuela durante a presidência de Hugo Chávez e se agravou durante a presidência do sucessor Nicolás Maduro. Essa crise tem sido marcada por hiperinflação, fome crescente, doenças, criminalidade e altas taxas de mortalidade, resultando em emigração massiva. As sanções foram aplicadas em resposta à repressão dos protestos de 2014, de 2017 e de 2019-2020, bem como as acusações de imposição pelo poder executivo de uma Assembleia Constituinte (ANC) controlada pelo Partido Socialista Unido da Venezuela (PSUV) para usurpar atribuições, competências, funções e autoridade.

3. Nicolás Maduro é socialista?

Sim, Nicolás Maduro é socialista, líder do Partido Socialista Unido da Venezuela (PSUV) e herdeiro do chavismo, defendendo o "socialismo do século XXI" com forte nacionalismo, centralização do Estado e controle econômico, embora seu governo enfrente críticas por autoritarismo e uma grave crise econômica, com algumas análises apontando para uma virada para um "capitalismo autoritário" recente. 

Principais Aspectos:

  • Ideologia: 

Baseia-se no "socialismo bolivariano" e no "socialismo do século XXI" de Hugo Chávez, com um forte viés anti-imperialista. 

  • Partido: 

É o presidente do PSUV, partido que agrupa movimentos de esquerda na Venezuela, e foi filiado a movimentos socialistas desde jovem. 

  • Políticas: 

Caracteriza-se pela nacionalização, controle cambial, e um Estado centralizado, visando combater o que chama de imperialismo, especialmente dos EUA. 

  • Críticas: 

Especialistas apontam que seu governo, embora de esquerda radical, também exibe autoritarismo, repressão à oposição e tem sido associado a uma crise econômica severa, levando alguns a descreverem uma transição para um "capitalismo autoritário". 

Em resumo, Maduro se identifica como socialista e continua as políticas chavistas, mas seu regime é complexo e polarizador, com forte controle estatal e autoritarismo, enquanto lida com uma profunda crise econômica

4. Qual é a maior riqueza da Venezuela? Qual é a maior empresa da Venezuela? Quem tem a maior reserva de petróleo do mundo?

A principal atividade econômica é a exploração e refino de petróleo. O petróleo é responsável por cerca de um terço do PIB, por cerca de 80% das receitas de exportação e por mais de metade do financiamento da administração pública. A maior empresa da Venezuela, em termos de controle econômico e estatal, é a PDVSA (Petróleos de Venezuela), a estatal do petróleo que domina o setor vital do país e financia o governo, embora com problemas de produção e corrupção. No setor privado, as Empresas Polar são um conglomerado importante, líder em alimentos e bebidas, sendo o maior grupo empresarial privado do país.  

Setor Estatal (Petróleo): 

  • PDVSA (Petróleos de Venezuela, S.A.): É a empresa mais influente, controlando as vastas reservas de petróleo do país, que são as maiores do mundo. Sua importância para o governo é central, apesar de ter enfrentado grandes desafios de gestão e produção.

Setor Privado (Bens de Consumo): 

  • Empresas Polar: Fundada em 1941, é a maior cervejaria e um gigante no processamento de alimentos e bebidas, sendo um ícone do setor privado venezuelano, apesar das dificuldades econômicas.

Outras Empresas: 

  • Empresas estrangeiras como a Chevron e a estatal chinesa CNPC também têm operações significativas, com a Chevron se tornando um pilar na produção de petróleo recentemente.

A Venezuela possui a maior reserva de petróleo do mundo, com cerca de 303 bilhões de barris, seguida de perto pela Arábia Saudita, com aproximadamente 297 bilhões, e o Canadá, com cerca de 168 bilhões de barris, de acordo com dados recentes de fontes como o IBP e Wikipedia. O petróleo venezuelano, porém, é mais pesado, o que dificulta e encarece sua extração em comparação com o petróleo mais leve de outros países. 

Países com as Maiores Reservas (Top 5): 

  1. Venezuela~303 bilhões de barris.
  1. Arábia Saudita: ~297 bilhões de barris.
  1. Canadá: ~168 bilhões de barris.
  1. Irã: ~158 bilhões de barris.
  1. Iraque: ~145 bilhões de barris.

Fatores a Considerar:

  • Tipo de Petróleo: 

A Venezuela e o Canadá possuem grandes reservas de petróleo pesado (bituminoso), que exige processos de extração mais complexos e caros. 

  • Dados Variáveis: 

Os números exatos podem variar ligeiramente dependendo da fonte e do ano de publicação, mas a Venezuela se mantém consistentemente no topo. 

  • Produção vs. Reserva: 

Ter a maior reserva não significa automaticamente ser o maior produtor ou ter a maior riqueza, pois fatores como tecnologia, custo de extração e sanções políticas influenciam a produção. 

Qual o país que mais compra petróleo da Venezuela?

Venezuelanos ultrapassam Brasil, Colômbia e Arábia Saudita no ranking da compra de petróleo pelos estadunidenses.

Quais países são aliados aos EUA? 1 Principais aliados.

1.1 OTAN. 1.2 Reino Unido. 1.3 Canadá 1.4 Austrália. 1.5 Israel. 1.6 Japão. 1.7 Coreia do Sul. 1.8 Taiwan.

5. Quantas pessoas morreram no ataque dos Estados Unidos à Venezuela?

Ao menos 80 pessoas foram mortas em ataque dos EUA à Venezuela, diz o Jornal americano NYT. O número aumentou de 48 mortos para 80 mortos e pode aumentar. O ataque foi realizado pelas forças de elite dos EUA, denominada Delta que usou helicópteros do tipo Sinouk.

Os bombardeios foram realizados por aviões invisíveis F-22 de grande poder de destruição, jatos de combate F-16, entre outros tipos de aeronaves. Usaram mísseis tomahawk entre outros e bombas teleguiadas, além de raios lazer.

6. Conclusão

De acordo com o Portal ICL Notícias, não se trata de deter o tráfico de drogas. A Venezuela responde por menos de 1% da cocaína consumida nos EUA.

Não se trata de terrorismo. Não há nenhuma evidência de que Maduro lidere uma "organização terrorista".

Não se trata de democracia. Os EUA apoiam a Arábia Saudita, que não realiza eleições. Trata-se de manter um acordo de 50 anos que permite aos Estados Unidos imprimir dinheiro enquanto o mundo trabalha para eles.

Pequim também condenou o uso da força em território venezuelano, apontando a iniciativa como um desrespeito à soberania do país e ao princípio da não intervenção. Da mesma forma a Rússia, por meio de suas diplomacia e do próprio presidente Vladimir Putin.

Para a China, a postura americana revela um comportamento hegemônico que coloca em risco a paz e a segurança da região. Aliada política e econômica de Caracas, a China defendeu que a crise venezuelana seja solucionada por meio do diálogo e da negociação, sem interferência externa.

Durante a operação de invasão a Venezuela, foram usados de acordo com o chefe do Estado-Maior Conjunto, mais de 150 aeronaves que operaram de forma coordenada a partir de cerca de 20 bases diferentes, tanto terrestres quanto marítimas. O dispositivo incluiu bombardeiros, aviões de combate, plataformas de inteligência, vigilância e reconhecimento, helicópteros, sistemas não tripulados e aeronaves de apoio. Por sinal os EUA fizeram uso de aviões com tecnologia para interferir nos sinais dos sistemas de defesa o que facilitou o sucesso do ataque e do empreendimento.